| Publicado por: | luis.campos |
| Data: | 15/06/2009 |
| Hora: | 23:36:27 |
| Página: | biblioteca_ler |
| Na categoria: | x |
| Leituras: | 110 |
Na manhã seguinte, Scarecrow falou para os amigos:
- Vocês podem me dar os parabéns. Vou à Sala do Trono e, quando voltar,
serei um homem como os outros!
- Engraçado, sempre gostei de você assim mesmo! - disse Dorothy com
simplicidade.
- É muita bondade de sua parte gostar de um espantalho. Vai gostar
ainda mais quando conhecer as idéias que brotarão do meu cérebro!
Quando Scarecrow entrou na Sala do Trono, Oz estava sentado junto à
janela, entregue a profundos pensamentos...
- Queira sentar-se naquela cadeira. Vai desculpar-me por ter de
arrancar-lhe a cabeça, mas é necessário para que o cérebro possa ser
encaixado no devido lugar!
- Não tem a mínima importância. Pode retirar minha cabeça à vontade,
contanto que coloque no lugar uma outra em melhores condições!
Depois de desprender-lhe a cabeça, retirando dela toda a palha, Oz
passou para a sala dos fundos, onde mediu uma certa quantidade de
farelo, à qual misturou um punhado de alfinetes e agulhas. Agitou muito
bem e colocou a mistura dentro da cabeça do espantalho e encheu de
palha o resto do espaço. Depois de recolocar a cabeça no devido lugar,
garantiu ao paciente:
- Agora sim, você vai ser um grande homem: coloquei dentro de sua
cabeça uma boa porção de miolos fresquinhos!
Scarecrow, satisfeito e orgulhoso, agradeceu muito a Oz e voltou para a
companhia dos amigos, com a cabeça um tanto torta no alo, devido ao
excesso de miolos...
- Como se sente? - perguntou Danyl.
- Modéstia à parte, sinto-me um "crânio". Depois que me habituar,
saberei tudo!
- Por que essas agulhas e esses alfinetes na cabeça? - perguntou Tin
Man.
- É para provar que a inteligência dele é aguda! - observou Lyon.
Foi a vez de Tin Man dirigir-se à Sala do Trono...
- Para colocar-lhe um coração no devido lugar, terei que abrir-lhe um
buraco no peito. Espero que não doa! - disse Oz ao homem de lata.
- Não sentirei nada! - disse o lenhador, com certo orgulho.
Oz foi então buscar um par de tesouras de funileiro, com as quais
recortou uma pequena abertura no lado esquerdo do homem de lata. Da
gaveta duma cômoda retirou um lindo coração feito de seda e estofado
com serragem...
- Não é uma beleza?
- Lindo. Mas este coração é bom... bondoso?
Oz, depois de tranqüilizá-lo, colocou-lhe o coração no peito, recolocou
o pedaço de estanho e soldou-o com cuidado...
- Pronto: você agora é dono dum coração de dar inveja a qualquer homem.
Desculpe o remendo!
- Que me importa o remendo? - indagou Tin Man, no auge da felicidade.
Os amigos do lenhador alegraram-se com o bom êxito da operação e
pouco depois Lyon entrava confiante na Sala do Trono. O homenzinho
retirou dum armário uma garrafa esverdeada, derramando o conteúdo num
prato verde e dourado. Colocando-o diante do leão covarde, ordenou:
- Beba isto!
- Mas o que é isto? - quis saber o leão, com cara de nojo.
- Se já tivesse bebido, eu diria que se tratava de coragem. A coragem
só existe dentro da pessoa e não fora. Sendo assim, é melhor beber logo
esta mistura!
O leão esvaziou o prato, declarou-se cheio de coragem e foi encontrar
os companheiros. Ao ver-se sozinho, o mágico sorriu, pensando alto...
- Como posso deixar de ser um farsante se essa gente me obriga a fazer
coisas que todos sabem ser impossíveis? E, no entanto, foi tão fácil
dar felicidade ao espantalho, ao leão e ao homem de lata. Por quê?
Porque eles acreditavam que eu fosse capaz de qualquer proeza. Mas,
agora é que são elas: como vou fazer para levar Dorothy até Kansas?
Durante três dias Dorothy não teve notícias de Oz. Dias tristes, embora
os companheiros estivessem muito contentes. Scarecrow contou-lhes que
seu cérebro produzia idéias maravilhosas. Não podia divulgá-las porque
só ele, e mais ninguém, era capaz de entendê-las. Tin Man sentia o
coração, terno e bondoso, pulsar-lhe dentro do peito. Lyon afirmava que
seria capaz de enfrentar, com prazer, um exército de Kalidas. No quarto
dia, para grande alegria de Dorothy e Danyl, Oz mandou chamá-los...
- Sentem-se, meus amigos. Creio ter encontrado a maneira de fazer-lhes
sair daqui!
- E fazer-me chegar a Kansas?
- Bem, sobre isto não tenho muita certeza, pois não faço a menor
idéia de onde fica Kansas. Vocês têm, primeiramente, de atravessar o
deserto, depois será mais fácil encontrar o caminho de casa!
- Mas como iremos atravessar o deserto? - inquiriu Danyl.
- O meu plano é o seguinte: como sabem, cheguei aqui a bordo dum balão.
Vocês também vieram pelo ar, transportados por um ciclone. Creio que a
melhor maneira de cruzar o deserto seja mesmo por via aérea. Como
fabricar um ciclone está muito além das minhas possibilidades, estive
estudando o assunto e acho que sou capaz de construir um balão!
- De que jeito?
- Um balão pode ser feito de seda, revestida de cola para impedir que
o gás escape. A seda será fácil de conseguir aqui mesmo no palácio,
mas não existe no país o gás necessário para fazer flutuar o balão!
- Ora, se um balão não flutua, não presta! - disse Danyl.
- Exatamente. Existe porém uma outra maneira de fazê-lo flutuar, que
consiste em enchê-lo de ar quente. O processo não é tão bom, pois, no
caso de resfriamento do ar, o balão poderá descer no deserto, onde
ficaríamos perdidos!
- Ficaríamos? - estranhou Danyl.
- O senhor irá conosco? - perguntou Dorothy.
- Vou, é claro. Estou cansado de ser charlatão. Não quero que o meu
povo descubra a verdade e se decepcione. Além do mais é aborrecidíssimo
ficar trancado aqui dias inteiros. Prefiro mil vezes ir para Kansas com
vocês e empregar-me num circo!
- Gostarei muito da sua companhia! - disse Dorothy.
- Obrigado. Agora, se quiserem ajudar-me a emendar a seda, poderemos
começar a trabalhar em nosso balão!
Dorothy e Danyl pegaram agulha e linha e, à medida que Oz recortava
as tiras de seda, eles as emendavam umas às outras. As tiras eram de
três tonalidades de verde: verde-claro, verde-escuro e verde-amarelado.
Oz queria dar um aspecto mais alegre ao balão. Depois de costurado,
Oz untou o interior do balão com uma camada de cola, até torná-lo
impermeável...
- Agora precisamos dum cesto!
O soldado de barbas verdes foi enviado à procura dum grande cesto de
roupa, que foi preso ao balão com o auxílio de cordas grossas.
Quando tudo ficou pronto, Oz mandou avisar ao povo que iria visitar um
mágico importante, que vivia além das nuvens. A notícia espalhou-se
rapidamente pela cidade e a população acorreu em massa para apreciar o
espetáculo. O balão foi transportado para a frente do palácio,
provocando a curiosidade geral. Oz ateou fogo na imensa pilha de lenha
que o Homem de Lata cortara para esse fim, mantendo sobre a fogueira a
parte inferior do balão, que aos poucos se foi inflando e se elevando
no ar. Quando o cesto já mal tocava o chão, Oz subiu para o seu
interior e, dirigindo-se ao povo, falou com voz forte:
- Vou fazer uma visita. Enquanto estiver ausente, Scarecrow, meu amigo
espantalho ocupará o meu lugar. Ordeno-lhes que obedeçam suas ordens
como se fossem minhas!
O ar quente começou a impulsionar fortemente o balão a ponto de
arrebentar algumas amarras. O mágico gritou para Dorothy e Danyl que
se apressassem...
- Não consigo agarrar Totó - replicou a menina, apontando para o
cachorrinho, que perseguia um gato menor do que ele.
Por fim, com Totó nos braços, correu em direção ao balão e Oz já
estendia a mão para ajudá-la, quando as cordas cederam e o balão
elevou-se no ar...
- Volte! Também queremos ir! - gritaram Dorothy e Danyl, em uníssono.
- Não posso voltar, minha querida! Adeus!
E foi a última vez que qualquer um dos presentes pousou os olhos no
Grande Mágico, embora seja provável que ele tenha chegado são e salvo
em Omaha. O povo sempre dizia carinhosamente: "Oz foi nosso amigo e nos
presenteou com esta deslumbrante Cidade das Esmeraldas. Agora, que
partiu, não se esqueceu de deixar-nos um sucessor à altura: o Sábio
Scarecrow." Mas levou tempo para que se consolassem da perda do Grande
Mágico.
Dorothy chorou muito, mas, ao mesmo tempo, sentia-se até certo ponto
aliviada por não ter se arriscado num balão. Tin Man fez um pedido à
menina:
- Eu seria um ingrato se não demonstrasse meu pesar pelo desaparecimento
da bondosa criatura que me presenteou com um coração. Gostaria de chorar
um pouquinho, se você tiver a bondade de enxugar minhas lágrimas!
- Com muito prazer! - respondeu a menina, desdobrando uma toalha.
O homem de lata chorou por alguns minutos, tendo Dorothy o cuidado de
enxugar-lhe cada lágrima. Depois Tin Man tratou de lubrificar-se
meticulosamente. Scarecrow, novo governador do país, embora não fosse
mágico, enchia de orgulho o povo que costumava dizer:
- Não há outro lugar no mundo governado por um homem de palha."
Na manhã seguinte à partida de Oz, os cinco amigos reuniram-se para
discutir a situação. Scarecrow, instalado no majestoso trono, tomou a
palavra:
- Não temos muitos motivos para queixas, pois este palácio e a Cidade
das Esmeraldas nos pertencem. Quando me lembro de que, há pouco tempo,
estava espetado numa estaca, e que agora sou o dono desta magnífica
cidade, não posso deixar de confessar que estou satisfeito com a minha
sorte!
- Quanto a mim, estou muito satisfeito com meu coração! disse Tin Man.
- De minha parte, estou contente de ser tão ou mais corajoso do que
qualquer fera! - declarou o Leão, com modéstia.
- Se Dorothy gostasse de viver na Cidade das Esmeraldas, poderíamos ser
felizes para sempre! - concluiu o espantalho.
- Mas eu não quero viver aqui! - protestou Dorothy.
- Nem eu! - completou Danyl.
- Quero voltar para Kansas, quero encontrar Tia Ema e Tio Henrique!
Scarecrow pôs-se a refletir tão intensamente que as pontas das agulhas
e dos alfinetes começaram a aparecer em sua cabeça. Acabou tendo uma
idéia:
- Por que não convoca os Macacos Voadores e pede-lhes que levem vocês
através do deserto?
- Nem pensei nisto! - exclamou Dorothy.
- É mesmo o que temos de fazer! - disse Danyl.
- Vou buscar a touca de ouro! - concluiu a menina.
De volta à Sala do Trono, Dorothy, trazendo a touca, pronunciou as
palavras mágicas e, no mesmo instante, o bando de macacos surgiu numa
revoada, entrando por uma janela...
- Esta é a segunda vez que nos chama. Que deseja? - disse o Macaco-Rei,
com uma reverência.
- Quero que nos levem para Kansas!
O Rei dos Macacos balançou a cabeça:
- Impossível! Não temos licença de deixar o país. Kansas não é lugar
para macacos voadores. Teremos prazer em atendê-la no que for possível,
mas não podemos atravessar o deserto. Adeus!
Depois de nova reverência, o Rei dos Macacos levantou vôo e saiu
janela afora, seguido pelo bando.
Dorothy quase chorou de decepção, sobretudo porque desperdiçara um dos
três sortilégios. Tin Man também estava, chora-não-chora. Scarecrow
voltara a mergulhar em seus profundos pensamentos...
- Vamos convocar o Soldado de Barbas Verdes e ouvir sua opinião!
O soldado atravessou com timidez o imenso salão, pois no tempo de Oz
não tinha licença de passar da porta. Quando lhe perguntaram se tinha
alguma idéia de como atravessar o deserto, respondeu:
- Nenhuma, pois até hoje só Oz atravessou o deserto!
- Não há alguém que possa ajudar-me? - perguntou Dorothy.
- Há. Uma única pessoa: Glinda!
- Quem é Glinda? - indagou Danyl.
- A Bruxa do Sul. É a mais poderosa de todas as bruxas e governa o
País dos Quadradinhos. Além disso, o castelo de Glinda fica no
fim do deserto!
- Glinda é uma bruxa boa, não é? - perguntou a menina.
- Dizem que sim. Ouvi dizer que é uma linda moça, apesar de ter vivido
muito!
- E como chegamos ao seu castelo? - quis saber Dorothy.
- Vocês devem dirigir-se para o Sul, mas dizem que o caminho é cheio de
perigos. As florestas são povoadas de animais ferozes e há por lá uma
raça de criaturas estranhas que não gosta da presença de desconhecidos
em seus domínios. É por isto que os Quadradinhos nunca aparecem por
aqui!
Agradecendo e despedindo o soldado, Scarecrow sentenciou:
- Apesar dos perigos, o melhor que Dorothy tem a fazer é viajar para
o Sul e pedir auxílio a Glinda. Ficando aqui é que nunca voltará para
Kansas!
- Você anda pensando muito! - observou Tin Man.
- É mesmo -! - confirmou o espantalho.
- Eu irei com ela, pois ando sentindo falta da liberdade da floresta.
Pensando bem, sou um animal selvagem. Além do mais, ela vai precisar
de quem a proteja!
- E eu? Posso protegê-la muito bem! - disse Danyl.
- Mas você é só um gatinho e eu sou um gatão... e muito corajoso!
- Isto é verdade. Também irei com ela para o Reino do Sul! - concordou
Tin Man.
- Quando partiremos? - indagou Scarecrow.
- Ué! Você também? - falaram os demais, em coro.
- É claro. Devo a Dorothy tudo o que me aconteceu de bom na vida!
- Obrigada a todos. Vocês são ótimos amigos. Gostaria de partir o mais
breve possível! - disse a menina, emocionada.
- Partiremos amanhã cedo! - decidiu o espantalho.
- Tratemos de arrumar as coisas, pois a viagem promete ser longa!
- Muito bem dito, Danyl. - observou Lyon.
Na manhã seguinte, depois de calorosas despedidas aos amigos, que não
compreendiam porque eles abandonavam a Cidade das Esmeraldas para
envolver-se em novas complicações, os fiéis companheiros começaram a
nova jornada, rumo ao Reino do Sul. Eles riam e conversavam, muito
bem-humorados...
- A vida da cidade não me convém mesmo. Desde que lá cheguei, emagreci
muito. E agora só penso em mostrar às outras feras o que é um leão
corajoso! - observou Lyon, à medida que caminhavam a passo acelerado.
- Afinal, Oz não era um mágico tão ruim! - observou Tin Man, sentindo
no peito as pulsações do coração.
- Conseguiu arranjar-me um cérebro dos melhores! - disse Scarecrow.
- Se tivesse tomado uma dose da mesma coragem que me deu, Oz teria sido
um homem valente! - completou o leão.
Dorothy e Danyl não fizeram qualquer comentário. Para eles, Oz não
cumprira a promessa que lhes fizera, embora eles compreendessem que Oz
se esforçara para isto e assim o perdoavam.
Durante todo o primeiro dia, caminharam entre campos floridos e, à
noite, dormiram na relva, sob um céu estrelado, sem que nada os
incomodasse. Pela manhã, prosseguiram a jornada até atingirem uma
floresta muito cerrada, que parecia não poder ser contornada, pois
estendia-se a perder de vista para a direita e para a esquerda. Assim,
começaram a procurar um local que lhes facilitasse a entrada na mata.
Scarecrow, agora comandante da expedição, descobriu por fim uma árvore
de galhos imensos, capazes de permitir a passagem do bando. Para lá
se encaminhou, mas, ao chegar debaixo dos primeiros galhos, estes
inclinaram-se e se enroscaram em volta do seu corpo e, logo em seguida,
o levantaram do chão, atirando-o, de cabeça, junto aos companheiros.
Scarecrow só ficou um pouco tonto, sem machucar-se, mas deixou que o
leão se encarregasse de descobrir nova abertura entre as árvores, o
que não tardou a acontecer...
- Eu tento passar primeiro, pois as quedas não me fazem mal! - disse
o espantalho.
Outra vez foi envolvido pelos ramos da árvore e atirado à distância...
- Que coisa esquisita! - exclamou Dorothy.
O homem de lata dirigiu-se para a primeira árvore que tratara tão
brutalmente o espantalho. Quando um ramo colossal abaixou-se para
agarrá-lo, o lenhador atacou-o com seu machado, tão violentamente que
cortou pelo meio. No mesmo instante, a árvore pôs-se a sacudir todos
os galhos, como se estivesse sentindo uma dor horrível, do que se
aproveitou Tin Man para passar são e salvo por debaixo dos ramos.
Todos os demais companheiros conseguiram fazer o mesmo, menos Totó, que
foi agarrado por um dos galhos menores e sacudido até ganir de dor.
Mais uma vez o lenhador usou seu machado, cortando o galho e libertando
o cãozinho. O grupo penetrou na floresta. Como as árvores seguintes
nada fizeram para impedir-lhes o avanço, acharam que só as da primeira
fileira estariam encarregadas de policiar a mata.
Os quatro viajantes prosseguiram sem incidentes e atingiram o outro
extremo da mata. Ali, com grande surpresa, deram de cara com uma alta
muralha, que parecia feita de porcelana branca...
- E agora? - perguntou o espantalho.
- Vamos fazer uma escada! - disse o homem de lata.
- Não há outro jeito! - exclamou Danyl.
Enquanto o lenhador derrubava uma árvore para fazer a escada, Dorothy,
Danyl, Lyon e Totó aproveitaram para tirar uma soneca. O espantalho,
que observava o trabalho do homem de lata, observou:
- Não consigo entender a razão deste muro, e nem de que material é
feito!
- Dê um descanso ao cérebro e não se preocupe com o muro. Interessa é
saber o que há do outro lado! - respondeu-lhe o lenhador.
Concluída a escada, o espantalho acordou os companheiros e subiu na
frente, mas tão desajeitado que a menina teve de ampará-lo. Ao chegar
lá no alto, exclamou:
- Opa!
- Saia do caminho! - disse Dorothy, impaciente.
Scarecrow instalou-se no alto do muro e Dorothy, depois de subir,
ergueu a cabeça e também exclamou:
- Opa!
Totó latiu ao chegar no alto do muro. Lyon, Tin Man e Danyl, por sua
vez, também gritaram:
- Opa!
E então, sentados no alto da muralha, passaram a examinar, com bastante
interesse, o curioso cenário que dali se descortinava...
Twitter | Comunidade no Orkut | Definir Página Inicial | Adicionar aos Favoritos
Busca no site
Digite abaixo a palavra chave.
|
Atenção: Para visualizar corretamente este site é necessário resolução mínima de 1024 X 728.
Desenvolvido pelo estúdio gráfico vanmix - SP
© Copyright 2002 - 2010 vanmix.com todos os direitos reservados