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Este é o capítulo 21 do livro A História de danyl,
que foi publicado por luis.campos, em 15/06/2009às 22:25:31.
- Gostaria de encontrar alguma coisa para comer, menos frutas!
- Eu também, Dorothy! - disse Danyl.
- Totó também deve estar verde de fome. Vamos bater naquela casa!
A menina encaminhou-se para uma casa cuja porta estava entreaberta e
bateu palmas.
Uma mulher, com um ar medroso, perguntou-lhe:
- Que deseja, menina? Que idéia é essa de andar por aí com um leão?
- Precisamos de pouso. Gostaríamos de passar a noite aqui, se a senhora
deixar!
- E esse leão aí?
- Ele é nosso amigo e não fará mal a ninguém!
- Ele é manso? - perguntou a mulher, abrindo um pouco mais a porta.
- Oh, é claro! Ainda por cima, é um grande covarde. Tem mais medo da
senhora do que a senhora dele!
A mulher refletiu um pouco, dando outra espiada no leão...
- Bem, nesse caso, podem entrar. A casa é de vocês. Vou providenciar o
jantar e um lugar para dormirem!
Na casa, moravam, além da mulher, duas crianças e um homem. Este, com
a perna enfaixada, estava deitado num sofá. Todos ficaram espantados
com a entrada daquele bando estranhíssimo. Enquanto a mulher arrumava
a mesa, o homem começou a fazer perguntas:
- Para onde vocês estão indo?
- Para a Cidade das Esmeraldas. Vamos ver o Grande Oz!
- Não diga! Acha que Oz irá recebê-los, menina?
- Ué, acho!
- Dizem que ele não recebe ninguém. Eu mesmo já estive diversas vezes
na Cidade das Esmeraldas... um lugar belíssimo e muito agradável...
Mas nunca vi Oz, o Magnífico. Nem sei de ninguém que o tenha visto!
- Ele nunca sai de casa? - perguntou Danyl.
- Nunca. Passa os dias no grande salão do trono e nem mesmo os servos
chegaram a ver-lhe o rosto!
- Qual é o jeito dele? - perguntou Dorothy.
- É difícil dizer! - respondeu o homem, pensativo.
- Como assim? - perguntou Danyl.
- Oz, compreende, é um grande Mágico; pode tomar a forma que quiser.
Uns dizem que parece uma ave; outros que lembra um elefante; há quem
diga que é mais parecido com um rato. Pode surgir a alguns sob a
forma de fada ou de gênio; ou sob qualquer aparência que lhe agrade.
Mas quem é o verdadeiro Oz, em sua forma própria, nenhuma criatura viva
pode dizer!
- Tudo isso é tão esquisito! - observou Danyl.
- Mas temos de vê-lo de qualquer maneira. Não vamos perder a viagem!
- Mas me digam, gente: por que querem ver o terrível Oz? - indagou o
homem, intrigado.
- Quero que me dê um cérebro! - disse, Scarecrow, o espantalho.
- Isso é fácil para Oz; ele tem inteligência de sobra!
- E eu quero um coração! - falou Tin Man, o homem de lata.
- Também isso não é problema. Oz tem uma coleção de corações de todos
os tamanhos e feitios!
- E eu quero coragem! exclamou Lyon, o leão covarde.
- Na sala do trono de Oz existe um vaso a transbordar de coragem!
- E eu quero voltar para Kansas! disse Dorothy.
- Onde fica isso?
- Não sei! - respondeu Dorothy, pesarosa. - Mas é onde moro; deve
ficar em algum lugar!
- E eu pretendo voltar com ela! Preciso continuar minha jornada!
- Que jornada é essa, gato?
- Estou viajando em busca de aventuras, Senhor, e tenho me metido em
cada uma do arco da velha!
- É provável que Oz possa ajudá-los... ele é capaz de tudo. Mas, antes
de mais nada, é preciso que vocês cheguem à sua presença. O Grande
Mágico não recebe qualquer um e tem maneiras estranhas de agir. Mas
você, o que pretende? - perguntou o homem, dirigindo-se a Totó.
- Au au au au!
Totó latiu em resposta, afinal, por incrível que pareça, ele não sabia
falar. Do fundo da casa a mulher anunciou que o jantar estava pronto
e Dorothy, Danyl, o homem, a mulher e as crianças sentaram-se à mesa.
Todos regalaram-se com um prato de aveia e outro de ovos mexidos,
acompanhados de pão, ainda quente do forno. O leão provou um pouco de
mingau, mas não gostou e disse que aveia era comida pra cavalo. Totó
provou um pouquinho de cada prato, satisfeito de ver comida outra vez.
O espantalho e o homem de lata não comeram nada... e nem precisavam.
A dona da casa preparou uma cama para Dorothy e outra para Danyl.
Totó e Lyon deitaram-se entre as camas. O espantalho e o homem de Lata
ficaram conversando na varanda, a noite inteira. Ao nascer o dia, após
um gostoso desjejum que a senhora lhes preparou, despediram-se do
casal e das crianças e puseram-se de novo a caminho. Caminharam umas
três horas quando perceberam no céu um clarão esverdeado...
- Só pode ser a Cidade das Esmeraldas! - exclamou Dorothy.
À proporção que eles caminhavam, a claridade tornava-se cada vez mais
intensa, dando a todos a impressão de que estavam pertinho da cidade.
Mas só ao cair da tarde atingiram a alta muralha verde que contorna o
Reino de Oz. Diante deles, no fim da estrada de tijolos amarelos, havia
um enorme portão, todo cravejado de esmeraldas. As esmeraldas reluziam
tanto que, mesmo os olhos pintados de Scarecrow sentiram-se ofuscados.
Este era o sétimo dia das aventuras deles nas Terras de Oz.
Junto ao portão havia uma campainha e, ao tocá-la, Dorothy ouviu um
som de prata a ressoar no interior da muralha. O grande portão abriu-se
devagar e eles se viram numa enorme e alta sala, cujas paredes eram
cravejadas de esmeraldas que brilhavam tanto quanto aquelas do portão.
Um homenzinho de pele esverdeada e vestido de verde, dos pés à cabeça,
adentrou a sala e sentou-se sobre uma enorme caixa verde...
- O que vocês vieram fazer na Cidade das Esmeraldas?
- Estamos procurando o Grande Oz! - respondeu Dorothy.
O homem ficou espantado com a resposta e sentou-se para refletir...
- Há muitos anos que ninguém me pede isso! - observou o anão.
- Mas a gente veio aqui para vê-lo! - disse Danyl.
- Oz é um ser poderoso e terrível: se um pedido fútil ou descabido vier
perturbar as graves reflexões do Grande Mágico, ele pode ficar furioso
e destruir num instante todos vocês!
- Mas o nosso pedido nada tem de descabido ou de inoportuno! - revidou
Scarecrow
- Pelo contrário, é da maior importância. Além disso, fomos informados
de que Oz é um Mágico de bom coração! - completou Tin Man.
- Sem dúvida! - replicou o homenzinho verde. - A Cidade das Esmeraldas
é governada por ele com grande sabedoria. Mas, para com aqueles que
não são sinceros, ou que dele se aproximam por mera curiosidade, Oz é
duramente severo. Poucos são os que já ousaram contemplar-lhe o rosto.
Sou o Guardião do Portão e já que me pedem para comparecer à presença
de Oz, o Magnífico, terei de levá-los ao palácio.
Mas, antes de tudo, vocês precisam colocar os óculos!
- Por quê? - perguntou a menina, sem entender.
- Porque, se não usarem óculos escuros, o esplendor da Cidade das
Esmeraldas poderá cegá-los para sempre. Os próprios habitantes da
cidade são obrigados a usar óculos dia e noite. Vivem todos trancados
dentro destas muralhas: foi a ordem de Oz quando construiu a cidade.
Fica em meu poder a única chave capaz de abrir o portão!
O anão abriu a imensa caixa, abarrotada duma incrível variedade de
óculos de todos os tamanhos e feitios, todos com vidros esverdeados.
O Guardião do Portão encontrou alguns óculos que se ajustavam em todos
eles. Os óculos foram fixados com duas fitas de ouro, fechadas com
um pequeno cadeado, impossibilitando que saíssem das cabeças de seus
usuários. Até mesmo o Totó foi obrigado a usar um destes óculos.
Como ninguém por ali desejava ficar cego, ficaram quietinhos e nem
reclamaram. Depois o homenzinho colocou seus próprios óculos e lhes
disse que estava pronto a conduzi-los ao palácio. Apanhou dum gancho
na parede uma chave de ouro, abriu outro portão e eles entraram na
Cidade das Esmeraldas.
Mesmo com os olhos protegidos pelos óculos de vidros esverdeados, no
início, eles sentiram-se ofuscados pelo resplendor da Cidade. As casas
eram de mármore verde, tinham vidros verdes nas janelas e estavam
enfeitadas de cintilantes esmeraldas. O calçamento era do mesmo mármore
verde e fios de esmeralda. O próprio céu tingia-se duma tonalidade
esverdeada, e verdes eram os raios do Sol. Havia muita gente pelas
ruas, e todos, homens, mulheres e crianças, usavam roupas verdes e
tinham a pele esverdeada. Fitavam Dorothy e seu estranho cortejo com
assombro. As crianças, ao verem o leão, escondiam-se nas saias das
mães. Nenhum dos transeuntes lhes fez sequer um cumprimento. Nas lojas,
todos os artigos eram verdes. Verdes eram os doces e pipocas e havia
sapatos, chapéus e roupas da mesma cor. Passaram por um homem que
vendia laranjada verde e Danyl observou que as crianças lhe pagavam
com moedas esverdeadas. Não viram um único animal. As pessoas levavam
seus embrulhos em carrocinhas verdes, que elas mesmas empurravam.
Pareciam felizes e davam idéia de prosperidade.
Danyl, Dorothy, Scarecrow, Tin Man, Lyon e Totó seguiram o Guardião
do Portão até que chegaram a uma construção imponente, erguida no
centro da cidade: o Palácio de Oz, o Grande.
Um soldado montava guarda à porta, envergando um uniforme verde e
ostentando uma longa barba da mesma cor...
- Trago aqui um grupo de estrangeiros que desejam falar com Oz, o
Magnífico! - disse-lhe o Guardião do Portão.
- Entrem! Vou levar-lhe a mensagem! - respondeu o soldado.
Eles cruzaram os portões do Palácio e foram conduzidos até um imenso
salão forrado com um tapete verde, decorado com belos móveis também
verdes, incrustados de esmeraldas. O soldado mostrou-lhes um capacho
verde para que limpassem os pés. Depois que todos se acomodaram,
disse com polidez:
- Fiquem à vontade, por favor, enquanto vou à Sala do Trono anunciar
ao Grande Oz a presença de vocês!
O grupo esperou muito tempo. Quando o soldado voltou...
- Você viu Oz? - indagou Dorothy, curiosa.
- Oh, não! Nunca vi o Grande Mágico em toda minha vida. Falei com ele
por detrás do biombo, mas transmiti-lhe a mensagem. Consentiu em
conceder-lhes audiência, mas a um de cada vez e a um só por dia.
Portanto, como terão de permanecer no Palácio por alguns dias, vou
levá-los aos seus aposentos, onde poderão descansar da penosa viagem!
- Muito obrigada! É muita gentileza da parte de Oz! - disse a menina.
O soldado soprou um apito verde, e logo se apresentou uma mocinha
vestida de verde, com lindos cabelos e olhos da mesma cor.
Inclinando-se diante de Dorothy, convidou:
- Siga-me! Eu a levarei até os seus aposentos!
Tomando Totó entre os braços, depois de despedir-se dos amigos, Dorothy
acompanhou a mocinha ao longo de inúmeros corredores e três lances de
escadas, chegando por fim a um quarto que se abria para os jardins do
palácio. Era o quarto mais lindo que a menina tinha visto na vida, com
um leito macio e confortável, coberto por lençóis de seda verde e
uma cocha de veludo da mesma tonalidade. No centro do aposento uma
pequena fonte lançava para o alto um jorro fino de perfume esverdeado
que caía dentro dum tanque de mármore verde, lindamente trabalhado.
Flores verdes enfeitavam as janelas. Numa estante, a um canto do
quarto, alinhavam-se pequenos livros verdes, todos do mesmo formato.
Quando teve tempo de folheá-los, Dorothy divertiu-se a valer com as
ilustrações engraçadíssimas em diversos tons de verde. O guarda-roupa
estava repleto de vestidos verdes, uns de seda, outros de cetim e ainda
outros de veludo, todos assentando muito bem na menina...
- Fique à vontade e, se desejar alguma coisa, é só tocar a campainha.
Amanhã de manhã, Oz mandará buscá-la! - disse a mocinha verde, saindo.
Deixando Dorothy sozinha, a moça voltou ao encontro dos amigos da
menina, conduzindo-os, por sua vez, a quartos diferentes, todos
situados em pontos privilegiados do palácio. No caso do espantalho, foi
gentileza desperdiçada, pois quando o boneco se viu sozinho no meio do
quarto, ficou de pé, abobalhado, à espera do dia seguinte. Deitar-se
não lhe traria descanso e, como não podia fechar os olhos, passou a
noite toda a espiar uma aranhazinha verde, que tecia a um canto do
teto, parecendo achar muito natural o luxo extraordinário do ambiente.
O homem de lata estirou-se na cama por força do hábito, lembrando o
tempo em que era humano. Não sabendo dormir, passou a noite exercitando
as juntas, para mantê-las em funcionamento. O leão foi que não gostou
nada de ver-se fechado num quarto. Teria preferido uma cama de folhas
secas, na floresta. Sendo, porém, um animal de bom senso, não ia se
afligir por tão pouco: enrolou-se na cama e logo ressonava em paz.
Danyl, ao ver-se em meio a tanto luxo, lembrou-se do castelo do pai e,
saudoso, chegou a derramar algumas lágrimas, antes de adormecer.
Na manhã seguinte, depois de ter servido o café a Dorothy, a mocinha
verde apresentou-lhe um dos mais bonitos vestidos do guarda-roupa, em
belo cetim de brocado verde. Dorothy protegeu-o com um avental de cetim
verde, atou uma fita verde no pescoço de Totó e encaminharam-se os três
para a Sala do Trono de Oz, o Magnífico.
Passaram por um imenso vestíbulo, onde um grupo numeroso de damas e
cavalheiros da corte, ricamente vestidos, se reunia todas as manhãs pra
conversar, embora nunca fossem admitidos à presença de Oz. Fitaram
Dorothy com muita curiosidade...
- Ei, menina... você pretende mesmo falar com o terrível Oz? perguntou
um dos presentes.
- É claro, desde que tenha a honra de ser recebida!
- Já é assunto resolvido. É verdade que Oz detesta dar audiências e
a princípio queria enviá-los de volta. Pediu-me depois que descrevesse
como eram vocês, ficando muito interessado quando lhe falei nos seus
sapatinhos de rubi. Por fim, quando me referi ao sinal em sua testa,
resolveu recebê-la! - disse o soldado que levara a mensagem a Oz.
Nesse momento ouviu-se uma campainha e a moça de verde murmurou para
a menina:
- Chegou o momento da audiência. Você tem de entrar sozinha na Sala do
Trono!
A pajem abriu uma porta e Dorothy entro intrepidamente, detendo-se em
seguida, embasbacada, diante do fantástico cenário. Era um aposento
circular, de enormes dimensões, com um teto altíssimo, todo revestido
de grandes esmeraldas, do centro do qual emanava um clarão esverdeado
intenso, brilhante como o Sol. Chamou a atenção de Dorothy, mais que
tudo, o imponente trono de mármore verde, bem no meio do salão, também
reluzente de pedras preciosas, como tudo o mais no recinto. No trono,
via-se apenas uma cabeça, quase careca, usando óculos escuros e com
olhos, nariz e boca perfeitamente definidos. A cabeça moveu-se como se
a examinasse e, num tom severo, disse-lhe:
- Sou Oz, o Grande, o Terrível! Quem é você?
A voz assustadora era digna da Cabeça mais que gigantesca. A menina
criou coragem e respondeu:
- Sou Dorothy, a Pequena, a Boazinha! Quero ajuda!
A cabeça virou-se na direção da menina e assim ficou por quase um
minuto. Por fim, a voz fez-se ouvir de novo:
- Onde conseguiu esses sapatos de rubi?
- Eram da malvada Bruxa do Leste. Fiquei com eles depois que minha casa
caiu em cima dela!
- E onde arranjou essa marca na testa?
- Foi onde a bondosa Bruxa do Norte me beijou, ao despedir-se, dizendo
que eu viesse procurá-lo!
A cabeça voltou a examinar o rosto da menina, parecendo convencida de
que ela dizia a verdade. Por fim, Oz perguntou-lhe:
- Que deseja de mim?
- Que me mande de volta para Kansas, onde vivem minha tia e meu tio.
Embora seu país seja um espetáculo, não me sinto bem aqui. Ainda por
cima, Tia Ema, a esta hora, deve estar morrendo de preocupação!
Os Olhos piscaram três vezes, depois pousaram no teto e desceram até o
chão, revirando nas órbitas dum modo tão esquisito que pareciam atingir
todos os recantos do aposento. Por fim, voltaram a fixar-se na menina...
- E por que haveria eu de fazer isso por você?
- Porque o senhor é forte e eu sou fraca. Porque o senhor é um grande
mágico e eu não passo duma pobre menininha indefesa!
- É... fraca, mas teve força para matar a Bruxa do Leste!
- Aconteceu por acaso. Não foi de propósito!
- Pois bem! Esta é a minha resposta: não é justo mandá-la de volta a
Kansas sem que me preste, em troca, um obséquio qualquer. Neste País
todos pagam para conseguir o que desejam. Se pretende que eu utilize o
meu poder mágico para enviá-la de volta a Kansas, terá antes que me
prestar um serviço!
- Às suas ordens!
- Então elimine também a Bruxa do Oeste!
- Mas não tenho poder para isso! - exclamou Dorothy, surpresa.
- Como não tem? Já matou a Bruxa do Leste! Usa sapatinhos de rubi,
donos de grande força mágica! Só resta agora uma bruxa malvada neste
País: quando trouxer a notícia de sua morte, prometo mandá-la de volta
para Kansas... mas não antes disso!
Lágrimas de desapontamento correram pelas faces da menina, mas o Grande
Mágico não se comoveu...
- Nunca matei nada de propósito... e mesmo que eu queira, como posso
matar a Bruxa Malvada? Se o senhor, que é poderoso e terrível, não
a conseguiu matar, imagine eu? - soluçou Dorothy.
- Não sei! O problema é seu. Esta é minha resposta: enquanto a Bruxa
Malvada não for liquidada, você não verá de novo seus tios. Não se
esqueça de que a bruxa é perversa... fora do comum de perversa, e deve
ser destruída. Pode ir agora e não torne a pedir para falar comigo
antes de ter cumprido sua missão!
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