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Confira as principais notícias sobre música: shows, festivais, premiações e eventos musicais de bandas e cantores do Brasil e do mundo.
Atualizado: 2 horas 12 minutos atrás

Ivete vai pelo caminho mais fácil ao gravar outro DVD para festejar 25 anos de carreira

seg, 03/19/2018 - 10:51
Foi em 1993 que Ivete Sangalo lançou o primeiro álbum, como vocalista da Banda Eva. Nada mais natural, portanto, que a cantora e compositora baiana tenha decidido festejar em 2018 os 25 anos de carreira fonográfica quando voltar ao mundo do disco. Só que a artista – em foto de Isabella Pinheiro, do GShow – seguirá o caminho mais fácil e óbvio, fazendo (mais um) registro audiovisual de show em apresentação programada para 8 de dezembro no Allianz Parque, na cidade de São Paulo (SP). O risco de o repertório soar redundante é alto. Afinal, o último álbum solo gravado por Ivete em estúdio com repertório inédito, Real fantasia (2012), já foi editado há seis anos. De lá para cá, a cantora já lançou dois DVDs e CDs ao vivo, Ivete Sangalo 20 anos (2014) e Acústico em Trancoso (2016), além de ter feito, entre um DVD e outro, um disco gravado em estúdio com o rapper Criolo com músicas do repertório do cantor Tim Maia (1942 – 1998). Por mais que o espetáculo comemorativo dos 25 anos de carreira da cantora apresente músicas inéditas no repertório, Ivete vem abusando da fórmula mais segura dos registros ao vivo de shows de caráter mais retrospectivo. Álbuns de estúdio com repertório inédito causam menor impacto comercial no mercado fonográfico, mas ajudam a formar uma obra e a levar adiante uma carreira.

Antes de turnê com Tribalistas, Marisa reencontra Paulinho para saudar Portela

seg, 03/19/2018 - 09:45
Antes de cair na estrada com Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown na primeira turnê do trio Tribalistas, prevista para ser realizada neste ano de 2018 em rota ainda não anunciada (para agonia dos fãs), Marisa Monte reencontra Paulinho da Viola no palco. Os cantores cariocas retomam o show de 2017, com quatro apresentações que serão feitas até o Carnaval de 2019, para saudar os 95 anos da escola de samba Portela, uma das mais tradicionais agremiações foliãs da cidade do Rio de Janeiro (RJ). A primeira apresentação acontecerá em 14 de abril na semana do 95º aniversário da escola, fundada em 11 de abril de 1923 no bairro carioca de Oswaldo Cruz, na divisa com o mítico bairro de Madureira, ao qual a agremiação costuma ser associada. Programado para acontecer na Quadra da Portela, o evento se chama A noite veste azul, o mesmo título do show que Marisa e Paulinho – em foto de Leo Aversa – já apresentaram no Rio em anos anteriores, antes da turnê nacional de 2017. O título alude ao samba A noite vestia azul, de autoria dos compositores portelenses Catoni, Jabolô e Waltenir. Incluído no roteiro dos primeiros shows de Marisa com Paulinho, o samba conta com um único registro fonográfico, feito por Catoni no álbum coletivo Grêmio Recreativo Escola de Samba da Portela, lançado em 1972 pela extinta gravadora Continental.

Liam Gallagher abandona show no Lollapalooza Chile

dom, 03/18/2018 - 22:05
Cantor diz estar com sinusite, além de infecção na garganta e no ouvido. Liam Gallagher no Lollapalooza Argentina 2018 Divulgação Liam Gallagher abandou o show que fazia neste domingo (18) no Lollapalooza Chile. Após cantar apenas algumas músicas, o ex-integrante do Oasis deixou o show e depois alegou problemas de saúde. Por meio de suas redes sociais, um comunicado publicado disse que o cantor está sofrendo de sinusite, além de infecção na garganta e no ouvido. Antes do show, o cantor chegou a postar uma mensagem no Twitter convocando o público. "Imãos e irmãs, ansioso para ver vocês hoje a noite", disse Gallagher. Initial plugin text No ano passado, o inglês fez algo parecido ao abandonar o Lollapalooza Chicago apenas aos 19 minutos. Veja a programação do Lollapalooza Brasil. Liam toca no Brasil no dia 25, no 3º dia do Lollapalooza.

Show de Simone e Ivan é festa que celebra gozos e afetos da cantora e do compositor

dom, 03/18/2018 - 20:46
O show de Simone com Ivan Lins justificou e superou as altas expectativas geradas pela volta da cantora à cena. Trata-se de show fluente que resultou à altura do talento de Simone e que promoveu (de fato) o inédito encontro em palcos de Ivan com essa baiana da gema que grava músicas do compositor carioca desde o primeiro álbum, lançado há 45 anos com o antenado samba Chegou a hora (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1973) no repertório. Esse show bem poderia ter acontecido em 2004, ano em que Simone lançou álbum, Baiana da gema, com músicas inéditas de Ivan, gravadas com (alguns) arranjos e com o toque do piano desse compositor de exuberante musicalidade. Mas não aconteceu. Chegou a hora, enfim. Antes que seja tarde, Simone e Ivan amalgamaram vozes, mãos – como visto na foto de Denis Ono – e afetos em show que veio ao mundo na cidade de São Paulo (SP) na noite de ontem, 17 de março de 2018, na casa Citibank Ball, dando a partida em miniturnê que seguirá para Belo Horizonte (MG) em 24 de março e para o Rio de Janeiro (RJ) em 7 de abril (há planos de retomar o show em meados do ano). Sob a (sensível) direção de Zélia Duncan e sob a direção musical da pianista Delia Fischer, o show Simone encontra Ivan Lins estreou como festa que celebrou os gozos e afetos dessa união musical alavancada em 1979 pelo estouro nacional da gravação da feminista canção Começar de novo (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) na voz de Simone. "Foi aí que nossa parceria disparou", avaliou Ivan no palco do Citibank Hall paulistano após apresentar Começar de novo com Simone, em dueto que harmonizou cantos e contracantos antes de ganhar crescente intensidade quando a cantora passou a comandar a interpretação da música. Ivan Lins e Simone no show 'Simone encontra Ivan Lins' Divulgação / Denis Ono - MRossi Em tons mais brandos, condizentes com os 68 anos de vida, Simone voltou cantando muito bem. Foi desse jeito sincero, elegante e destemido que a cantora encarou músicas como Aos nossos filhos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978), Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980) e Mudança dos ventos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980), marcadas nas vozes de intérpretes como Elis Regina (1945 – 1982) – primeira cantora a dar voz ao então iniciante Ivan, em 1970 – Fafá de Belém e Nana Caymmi. Por conta do canto de Simone e da força da letra, Aos nossos filhos foi um dos números mais belos e densos de roteiro musical que minimizou o repertório pouco conhecido do álbum Baiana da gema em favor do famoso cancioneiro lançado por Ivan entre 1974 e 1980 (treze das 19 músicas do roteiro da estreia foram desse período áureo). Aos nossos filhos emocionou inclusive pelo momento atual do Brasil estar tristemente conectado aos sombrios tempos de outrora que inspiraram os versos da canção. Já Bilhete foi mandado por Simone sem a alta carga dramática da gravação emblemática feita por Fafá em 1982, mas com recado sutil da intérprete ao revelar em cena que recebeu Bilhete de Ivan em 1980 juntamente com Atrevida (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980), optando por gravar somente Atrevida, canção lançada em contexto social em que a mulher já começava a expressar em letras de músicas o gosto e o direito de ter prazer sexual com o homem. "Dancei, mas agora estou redimida", gracejou Simone, após cantar Bilhete e Atrevida. Assim como Vitoriosa (Ivan Lins e Vitor Martins, 1985) e como Mudança dos ventos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980), outro destaque de roteiro inebriante que jamais saiu do tom, Atrevida figurou no repertório de Simone encontra Ivan Lins porque o show versou muito sobre o gozo da cantora e do compositor estarem dividindo o palco como se esse palco fosse uma cama. Tanto que eles se tocaram afetuosamente ao longo da estreia nacional do show. O samba É festa (Ivan Lins e Paulo César Pinheiro, 2004) explicitou o sexo prazeroso, feliz, nesse roteiro cantado também com o corpo. Simone e Ivan Lins no show 'Simone encontra Ivan Lins' Divulgação / Denis Ono - MRossi Muito do êxito da estreia nacional do show Simone encontra Ivan Lins se deveu ao fato de a cantora ter (rea)parecido em cena radiante, com luminosidade disseminada tanto pela voz grave e afinada como pelos risos e pelo gestual que exprimia satisfação por estar ali. O que ficou particularmente evidente quando Simone, cheia de si e de ginga, caiu no samba Baiana da gema (Ivan Lins e Paulo César Pinheiro, 2004), feito para ela pelo compositor que batucou no ritmo da cantora. A caminho dos 73 anos de vida, a serem completados em junho deste ano de 2018, Ivan se garantiu em cena pela musicalidade excepcional (refletida no toque do piano) e pela intimidade com esse cancioneiro de refinada assinatura pessoal e intransferível, em boa parte escrito com versos do letrista paulista Vitor Martins. O show foi realmente dos dois. Simone e Ivan Lins ficaram o tempo todo em cena na companhia da banda que inclui músicos como o violoncelista Lui Coimbra, o pianista Marco Brito – que emulou o toque percussivo do piano de Ivan em A noite (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979), uma das muitas músicas inéditas na voz de Simone – e o percussionista Thiago da Serrinha. Não houve aquele truque de apresentar uma parte solo de Simone e outra de Ivan com alguns duetos no início, no fim e/ou no meio do show. Na estreia nacional, a simbiose de Ivan e Simone em cena foi total, tendo ficado evidenciada já no canto de Abre alas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1974) que, no início do show, pediu passagem para o encontro da dupla. Na sequência, Cantoria (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) corroborou tal intenção, soando como carta de princípios de dois artistas que se permitiram louvar a si mesmos pela felicidade do encontro, tardio, mas ainda em tempo de expor tanta afinidade musical. Somos todos iguais nesta noite (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) reiterou o tom celebrativo desse bloco de boas-vindas encerrado com o toque político da já mencionada composição A noite. Música que abriu alas para Ivan Lins como compositor no alvorecer da década de 1970, no rastro da explosão do samba-soul Madalena (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1970) com Elis, O amor é o meu país (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1970) foi uma das boas surpresas do roteiro, reavivando composição mal-compreendida na época em que o Brasil vivia tempos de radicais polaridades políticas. Exatamente como nos conturbados tempos presentes. O que tornou o cancioneiro político de Ivan tristemente atual. Simone e Ivan Lins no show 'Simone encontra Ivan Lins' Divulgação / Denis Ono - MRossi O show Simone encontra Ivan Lins transitou nestes dois polos, dando o recado político nos versos dos sambas Antes que seja tarde (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) e Desesperar jamais (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980) – apresentado no bis que arrematou show curto que, na estreia, durou somente uma hora, deixando gosto de quero mais – ao mesmo tempo em que expôs toda a ternura romântica de outra face desse repertório, exemplificada por canções apaixonadas como Vieste (Ivan Lins e Vitor Martins, 1987). Cantar versos como "A felicidade há de espalhar / Com toda intensidade / Há de fazer a alarde / E libertar os sonhos / Da nossa mocidade / Antes que seja tarde / Há de mudar os homens / Antes que a chama pague" nos tristes dias de hoje é fazer política e tomar partido contra a barbárie nossa de cada dia. Entre o amor e a política, Simone e Ivan fizeram a festa do público de meia-idade ao celebrar o encontro nos palcos com tanta alegria. Nessa festa, foi um prazer ver e ouvir Simone e Ivan cantarem a folia de reis Bandeira do divino (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) – reeditando o dueto que fizeram no álbum Juntos (1984), título gregário da discografia do cantor – e saborearem lado a lado a salsa à brasileira Ai, ai, ai, ai, ai (Ivan Lins e Vitor Martins, 1991), lançada por Simone há 27 anos em um dos álbuns mais melancólicos da cantora, Raio de luz (1991). Enfim, é festa o encontro de Simone com Ivan Lins no palco. Entre nessa festa! (Cotação: * * * * *) Eis o roteiro seguido em 17 de março de 2018 pelos artistas na estreia nacional do show Simone encontra Ivan Lins na casa Citibank Hall, na cidade de São Paulo (SP): 1. Abre alas (Ivan Lins e Vitor Martins, 1974) 2. Cantoria (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) 3. Somos todos iguais nesta noite (Ivan Lins e Vitor Martins, 1977) 4. A noite (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) 5. Aos nossos filhos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) 6. O amor é o meu país (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1970) 7. 8. Começar de novo (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) 9. Baiana da gema (Ivan Lins e Paulo César Pinheiro, 2004) 10. Vieste (Ivan Lins e Vitor Martins, 1987) 11. Mudança dos ventos (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980) 12. Vitoriosa (Ivan Lins e Vitor Martins, 1985) 13. É festa (Ivan Lins e Paulo César Pinheiro, 2004) 14. Ai, ai, ai, ai, ai (Ivan Lins e Vitor Martins, 1991) 15. Bilhete (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980) 16. Atrevida (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980) 17. Bandeira do divino (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) 18. Antes que seja tarde (Ivan Lins e Vitor Martins, 1978) Bis: 19. Desesperar jamais (Ivan Lins e Vitor Martins, 1980)

Filhos de Elis reabrem 'Casa no campo' para duo afetivo da cantora com Pedro Mariano

dom, 03/18/2018 - 17:30
Em 1972, quando Elis Regina (1945 – 1982) gravou a música Casa no campo (Zé Rodrix e Tavito, 1971) para o que se tornaria um dos álbuns mais contundentes da carreira da artista gaúcha, a cantora deu voz ao verso em que dizia que queria um "filho de cuca legal". Elis acabou tendo três filhos, todos ligados à música. Dois, João Marcelo Bôscoli e Pedro Mariano, reabrem Casa no campo, música humanista a rigor lançada na voz de Zé Rodrix (1947 – 2009), coautor da canção, em disco com composições apresentadas na sexta edição do Festival Internacional da Canção (FIC). Para lembrar os 73 anos de vida que Elis teria completado ontem, 17 de março de 2018, o produtor musical João Marcelo criou dueto virtual da mãe com o irmão cantor, inserindo a voz de Pedro Mariano na gravação lançada no álbum Elis (1972). O dueto soa convincente graças aos avanços da tecnologia fonográfica. Contudo, o single – assinado por Elis com Pedro e já disponível nas plataformas digitais – tem valor essencialmente afetivo.

Lucy Alves grava, para novela, versão escrita por Takai de música de Venegas

dom, 03/18/2018 - 06:00
A novela Tempo de amar sai do ar amanhã, 19 de março, mas a voz da cantora e atriz Lucy Alves – intérprete de Elvira na trama de época – continuará sendo ouvida na TV Globo no horário das 18h. A artista foi convidada a gravar a música Doce companhia para a trilha sonora da novela Orgulho & paixão, que estreia na terça-feira, 20 de março, com texto escrito por Marcos Bernstein com livre inspiração em romances da escritora inglesa Jane Austen (1775 – 1817). A música Doce companhia é versão em português de Dulce compañia, canção da estrela mexicana Julieta Venegas, lançada há 12 anos pela autora no álbum Limón y sal (2006). A letra em português foi escrita por Fernanda Takai, que apresentou a versão há quatro anos no álbum solo Na medida do impossível (2014). O arranjo da gravação de Lucy Alves – em foto de Sergio Baia – potencializa o apelo pop da canção, já evidente no registro original de Takai. A trilha sonora da novela Orgulho & paixão também inclui fonogramas de Luiza Possi (Lembra, música de autoria de Luiza com Barbara Rodrix lançada em novembro de 2017 em single) e de Milton Nascimento com Tiago Iorc (Mais bonito não há, primeira e por ora única parceria dos dois cantores e compositores, apresentada em single lançado em outubro).

Trio Dingo Bells aborda transitoriedade da vida em álbum que será lançado em abril

dom, 03/18/2018 - 00:02
Com capa que expõe obra de Rodrigo Marroni, artista visual que criou retrato de andrógina figura humana a partir de colagem de fragmentos de mar e árvores extraídos de revistas de pintura, o segundo álbum do trio gaúcho Dingo Bells, Todo mundo vai mudar, chega ao mercado fonográfico em 11 de abril. O projeto gráfico é de Leo Lage. Na sequência da edição do single Sinta-se em casa em novembro de 2017, Diogo Brochmann (guitarra e voz), Felipe Kautz (baixo e voz) e Rodrigo Fischmann (voz e bateria) apresentam o lyric video da música inédita e autoral que batiza o álbum, Todo mundo vai mudar. Lucas Tergolina dirige o vídeo filmado com imagens em Super-8 do arquivo pessoal do próprio diretor. Sucessor de Maravilhas da vida moderna (2015) na cronologia de álbuns do grupo, Todo mundo vai mudar versa sobre a transitoriedade da vida e a consequente metamorfose do ser humano. O lyric video da música-título já está no ar, mas o single chega às plataformas digitais somente em 30 de março. Todo mundo vai mudar, a música, foi gravada com a intenção de soar como um power pop. O trio gaúcho Dingo Bells Rodrigo Marroni

SP terá esquema de trânsito para show de Katy Perry neste sábado; veja como chegar

sab, 03/17/2018 - 07:00
Cantora se apresenta no estádio do Palmeiras às 21h. Katy Perry se apresenta neste sábado (17) em São Paulo Talles Kunzler/divulgação A cantora Katy Perry faz show neste sábado (17) no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, na Zona Oeste de São Paulo, e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) preparou um esquema de trânsito especial na região do entorno do estádio. É a terceira vez que a cantora se apresenta no Brasil. Os organizadores estimam um público de 38 mil pessoas. Interdições A partir das 14h serão interditadas: Rua Palestra Itália, entre a Praça Marrey Júnior e Avenida Pompéia Rua Caraíbas e Rua Diana, entre a Rua Venâncio Aires e Rua Palestra Itália Rua Padre Antônio Tomás com a Avenida Francisco Matarazzo * Para garantir o acesso dos moradores aos trechos interditados, serão montadas duas faixas reversíveis, uma no contra fluxo da Rua Palestra Itália, entre a Avenida Pompéia e a Rua Caraíbas, e outra no contra fluxo da Rua Barão de Tefé. Durante as operações poderão ocorrer bloqueios temporários nas seguintes vias: Avenida Francisco Matarazzo Avenida Pompéia Rua Clélia Viaduto Missionário Manoel de Mello Trânsito na região do Allianz Parque TV Globo/Reprodução Alternativas Para a Rua Palestra Itália: Praça Marrey Junior, Avenida Sumaré, à direita na Rua Aimberê, à direita na Rua Bartira, Rua Ministro Ferreira Alves, seguindo orientações em direção à Pompéia ou Alto da Lapa. Para a Avenida Francisco Matarazzo: Rua Clélia, à direita na Rua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, Praça Marrey Júnior, Avenida Antártica, Praça Tomás Morus e à direita na Avenida Francisco Matarazzo. Para a Avenida Pompéia (sentido bairro): à direita na Rua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, à direita na Avenida Antártica, à direita na Praça Tomas Mores e Avenida Francisco Matarazzo Para a Rua Padre Antônio Tomás: Avenida Francisco Matarazzo, à direita na Praça Souza Aranha e à direita na Avenida Antártica. Para Rua Clélia: à direita naRua Venâncio Aires, à esquerda na Rua Caiowaa, à direita na Praça Marrey Junior, Avenida Antártica, Praça Tomas Morus e Avenida Francisco Matarazzo; Para a Avenida Sumaré: Rua Doutor Francisco da Rocha, à esquerda na Rua Bartira, Rua Ministro Ferreira Alves, seguindo para Pompéia ou Alto da Lapa. Embarque e desembarque Os veículos leves poderão utilizar para embarque e desembarque a Avenida Sumaré, sentido Pinheiros, entre a Praça Marrey Júnior e a Rua Aimberê, e Avenida Antártica, sentido Limão, entre a Rua Turiaçu e Travessa Flauta Encantada. Os veículos fretados deverão ser direcionados para a Avenida Sumaré sentido Avenida Paulo Vi, entre a Praça Márcia Aliberti Mammana e a Rua Ministro Godói, sentido Limão, inclusive no estacionamento. Katy Perry canta pela terceira vez no Brasil: veja top 5 dos hits Linhas de ônibus Confira abaixo as linhas alteradas em função do show de Katy Perry: 1896-10 Jaraguá – Pça. Ramos de Azevedo 8000-10 Term. Lapa - Pça. Ramos de Azevedo 8000-1 Term. Lapa - Pça. Ramos de Azevedo 8400-10 Term. Pirituba – Pça. Ramos de Azevedo 8542-10 Brasilândia - Pça. do Correio 8549-10 Taipas - Pça. do Correio 8594-10 Cid. Cid. D'abril - Pça. Ramos de Azevedo 8622-10 Morro Doce - Pça. Ramos de Azevedo 8677-10 Jd. Líbano – Lgo. do Paissandu 8686-10 Mangalot – Lgo. do Paissandu 938C-10 COHAB Taipas - Term. Princ. Isabel 978J-10 Voith – Term. Princesa Isabel Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Pacaembu Av. Auro Soares de Moura Andrade, R. Mario de Andrade. Av. Gen. Olimpio da Silveira, prosseguindo normal. Volta: sem alteração. 129F-10 Conexão Petrônio Portela – Metrô Barra Funda 8055-51 Perus - Barra Funda 948A-10 Vl. Zatt - Metrô Barra Funda Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Auro Soares de Moura Andrade, Metrô Barra Funda. Volta: Sem alteração. 8545-10 Penteado - Metrô Barra Funda Ida: sem alteração. Volta: normal até R. Pedro Machado, Av. Francisco Matarazzo, R. Carlos Vicari, prosseguindo normal. 938P-10 Jd. Tereza - Metrô Barra Funda 938V-10 Jd. Vista Alegre - Metrô Barra Funda 978T-10 Jd. Guarani - Metrô Barra Funda Ida: sem alteração. Volta: normal até R. Pedro Machado, Av. Francisco Matarazzo, R. Carlos Vicari, prosseguindo normal. 178A-10 Metrô Santana – Lapa Ida: sem alteração. Volta: normal até a R. Faustolo, R. Crasso, R. Coriolano, R. Venâncio Ayres, R. Caiowaa, R. Dr. Homem de Melo, Av. Sumaré, Pça. Marrey Junior, Av. Antártica, Pça. Tomás Morus, R. Pedro Machado, Av. Auro Soares de Moura Andrade, prosseguindo normal. 874T-10 Ipiranga – Lapa Ida: normal até Pça. Marrey Júnior, Av. Antártica, Pça. Tomás Morus, Av. Francisco Matarazzo, R. Carlos Vicari, prosseguindo normal. Volta: sem alteração. 748R-10 Jd. Joao XXIII - Metrô Barra Funda Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Auro Soares de Moura Andrade, Metrô Barra Funda. Volta: sem alteração. 8615-10 Pq. da Lapa - Term. Pq. D. Pedro II Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Pacaembu, Av. Auro Soares de Moura Andrade, R. Mario de Andrade, Av. Gen. Olimpio da Silveira, prosseguindo normal. Volta: sem alteração. 809U-21 Metrô Barra Funda – Metrô Vl. Madalena Ida: normal até Av. Antártica, Pça. Marrey Junior, Av. Sumaré, R. Aimberê, R. Bartira, R. Min. Ferreira Alves, Av. Pompéia, prosseguindo normal. Volta: Sem alteração. 8615-10 Pq. da Lapa - Term. Pq. D. Pedro II Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Pacaembu, Av. Auro Soares de Moura Andrade, R. Mario de Andrade, Av. Gen. Olimpio da Silveira, prosseguindo normal. Volta: sem alteração. 877T-10 Vl. Anastácio - Metrô Paraíso Ida: normal até R. Clélia, Viad. Pompéia, Av. Pompéia, Av. Nicolas Bôer, Av. Mq. de São Vicente, Pça. Luiz Carlos Mesquita, Av. Mq. de São Vicente, Av. Dr. Abrahão Ribeiro, Pça. David Raw, Viad. Pacaembu, Av. Pacaembu, Av. Auro Soares de Moura Andrade, R. Mario de Andrade. Av. Gen. Olimpio da Silveira, prosseguindo normal. Volta: sem alteração. Katy Perry - Witness Tour Quando: Sábado (17) Onde: Allianz Parque - Rua Palestra Itália, 200 Horários: 16h Abertura dos Portões / 19h45 Bebe Rexha / 21h Katy Perry Ingressos: R$ 580 (pista premium, esgotada), R$ 280 (pista), R$ 360 (cadeira nível 1), R$ 340 (cadeira superior). Meia-entradas estão esgotadas. Pelo site Livepass

Criolo e Ivete figuram no disco que reúne músicas de Djavan em ritmos jamaicanos

sab, 03/17/2018 - 06:02
O rapper Criolo e as cantoras Ivete Sangalo, Fernanda Abreu e Zélia Duncan figuram no elenco do disco que será lançado em abril com gravações de músicas de Djavan – em foto de Murilo Meirelles – na cadência de ritmos jamaicanos como reggae, ska e rock steady. Intitulado Jah-Van – Djavan goes Jamaica, o disco foi produzido por BiD com Fernando Nunes, idealizadores do projeto ao lado de Kuki Stolarski, coprodutor das gravações. Arnaldo Antunes também integra o elenco de Jah-Van com releitura de Samurai (Djavan, 1982). Dois singles – Nem um dia (Djavan, 1996), com Chico César, e Meu bem querer (Djavan, 1980), com Seu Jorge e Black Alien – já estão disponíveis nas plataformas digitais. E por falar em Djavan, o cantor, compositor e músico alagoano prepara o lançamento de álbum autoral de músicas inéditas para este ano de 2018. O último álbum do artista, Vidas pra contar (2015), saiu há três anos. Capas de singles do projeto 'Jah-Van – Djavan goes Jamaica' Divulgação

Zeca Baleiro lança gravação inédita feita para interrompido disco de intérprete

sab, 03/17/2018 - 06:01
Zeca Baleiro chegou a iniciar as gravações de álbum em que apresentaria abordagens de músicas de outros compositores. Embora o artista maranhense tenha interrompido o processo de gravação desse disco de intérprete, o cantor decidiu trazer à tona alguns registros feitos para o projeto. Na sequência da edição de gravação inédita de Envolvidão (Rael, 2014) em single lançado em 9 de março, Baleiro se prepara para liberar outro single na próxima sexta-feira, 23 de março. O próximo single revela gravação também inédita de Logradouro, canção de autoria de Kleber Albuquerque e Rafael Altério, lançada pelos compositores em 2003, em registros feitos naquele mesmo ano para os respectivos discos dos autores. Baleiro já cantava eventualmente Logradouro em shows desde Concerto (2010), só que nunca havia registrado oficialmente a música. Feita para o abortado disco de intérprete, a gravação de Logradouro foi formatada por Baleiro com os toques do violão e do piano elétrico do músico Tuco Marcondes. Tanto Envolvidão quanto Logradouro fazem parte de Arquivo_Raridades, coletânea digital de gravações dispersas, raras e/ou inéditas, que Baleiro lançará em abril através do próprio selo, Saravá Discos.

Jaloo soa frágil em canção confessional que anuncia segundo  álbum do artista do Pará

sab, 03/17/2018 - 00:02
O título da música inédita lançada por Jaloo neste fim de semana, Say goodbye, é em inglês, mas é em bom português que o cantor e compositor paraense expia dor de (de)amor nesta composição autoral que integra o repertório do segundo álbum desse artista de atuais 30 anos, nascido em Belém (BA) em outubro de 1987 com o nome de Jaime Melo. Say goodbye é canção confessional que expõe a fragilidade vocal do cantor em single (gravado com produção dividida entre BadSista e o próprio Jaloo) e em clipe (gravado na Índia sob direção de Rodrigo de Carvalho). Say goodbye é o primeiro single do segundo álbum do artista, projetado na cena tecnobrega do Norte do Brasil nos anos 2010 e incensado no universo indie por conta de discos seminais como o EP Insight (2014). Capa do single 'Say goodbye', de Jaloo Divulgação Arranjada por Jaloo, a gravação de Say goodbye tem base sintética, mas a dose de eletrônica é menor do que a posta no repertório do primeiro álbum do cantor, #1 (2015), lançado há três anos com produção assinada por Carlos Eduardo Miranda. O segundo álbum de Jaloo se chama ft – título alusivo ao tom gregário do álbum (ft é abreviação de featuring, palavra em inglês que significa colaboração entre dois ou mais artistas) – e tem lançamento previsto para meados deste ano de 2018.

Di Ferrero troca rock emo pelo R&B em 'Sentença', primeiro single da carreira solo

sab, 03/17/2018 - 00:01
Esse moço está diferente. Em vez da batida do rock de tonalidade emo que pautou boa parte do repertório do grupo paulistano NX Zero, há levadas de R&B contemporâneo. Sem falar no falsete posto no canto do refrão ("Isso é a sentença que você vai carregar / Só a minha ausência vai te fazer notar / Quem realmente sou / Porque o tempo passou"). Após 17 anos como vocalista da banda NX Zero, que entrou em recesso por tempo indeterminado neste ano de 2018, o cantor e compositor sul-mato grossense Di Ferrero apresenta as primeiras armas oficiais da carreira solo. Música que o artista já mostrara no início de fevereiro em show no festival gaúcho Planeta Atlântida, Sentença está sendo lançada em single – disponível nas plataformas digitais desde ontem, 16 de março – e em clipe de clima sombrio, gravado por Ferrero com a atriz Pathy de Jesus sob direção de Fred Ouro Preto. A atriz Pathy de Jesus e Di Ferrero Divulgação Sentença é música composta pelo artista em parceria com Gee Rocha – guitarrista do NX Zero e habitual colaborador de Ferrero nas composições do grupo – e com Gabriel Bassisti. A gravação conta com os toques dos músicos Douglas Moda (bateria) e Rafael Mimi (baixo e guitarra). Formatado com dose calculada de eletrônica, o single Sentença sinaliza que Ferrero busca outros caminhos musicais na carreira solo, como já indicara a conexão com o rapper Rael na música ainda inédita intitulada Freeman.

Após 50 anos, Geraldo Vandré volta ao palco, com orquestra sinfônica na Paraíba

sex, 03/16/2018 - 17:18
'Eu tenho noção da importância desse concerto para o país', afirmou artista. Geraldo Vandré voltou em 2015 à Paraíba, após 20 anos Giovanna Ismael/Jornal da Paraíba/Arquivo O cantor e compositor Geraldo Vandré vai fazer dois shows em João Pessoa, quase 50 anos após subir ao palco pela última vez no Brasil, em 12 de dezembro de 1968 - um dia antes da publicação do Ato Institucional nº5 (AI-5), durante o governo militar. "Eu tenho noção da importância desse concerto para o país”, afirmou. O artista paraibano vai se apresentar ao lado da Orquestra Sinfônica da Paraíba em um concerto/recital nos dias 22 e 23 de março, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural José Lins do Rêgo. Os ingressos gratuitos para os dois dias de apresentação serão distribuídos no dia 21 de março, a partir das 10h, no Espaço Cultural José Lins do Rêgo. Em 2015, Geraldo Vandré voltou à Paraíba após 20 anos longe da terra-natal, para ser homenageado no Festival Aruanda. O evento será dividido em dois atos. No primeiro, Vandré sobe ao palco acompanhado da pianista Beatriz Malnic, com quem executa seis peças para piano compostas pela dupla. Já no segundo ato, a Orquestra Sinfônica da Paraíba, acompanhada do Coro Sinfônico do Estado, executará composições do homenageado, como "Caminhando (Pra não dizer que não falei de flores)", "À Minha Pátria", "Mensageira" e "Fabiana". Geraldo Vandré promete ainda recitar poemas de sua autoria: “Pode ser ainda que entre uma apresentação e outra eu recite alguns de meus poemas. Vai depender da emoção do momento", disse o artista. Geraldo Vandré Geraldo Vandré é um dos principais ícones da música popular brasileira. O paraibano de João Pessoa é compositor de clássicos como “Caminhando (Pra não dizer que não falei de flores)”, “Disparada”, “Fica Mal com Deus”, dentre outras. No auge da carreira, depois de fazer o Maracanãzinho lotado, no Rio de Janeiro, cantar o refrão de “Para não dizer que falei de flores”, foi obrigado a sair do Brasil. Tempos depois, o regime militar condicionou sua permanência no país ao compromisso de não cantar músicas de protesto. Desde então, não fez mais nenhuma apresentação pública.

Seu Jorge amacia canção de Djavan na levada do reggae em single com Black Alien

sex, 03/16/2018 - 09:58
Um dos maiores sucessos do cancioneiro autoral de Djavan, Meu bem querer – balada lançada há 39 anos pelo cantor e compositor alagoano no terceiro álbum, Alumbramento (1979) – ganha a voz aveludada de Seu Jorge, amaciada na cadência bem marcada do reggae. Feita pelo cantor carioca com a adesão do rapper fluminense Gustavo Black Alien e com arranjo de metais orquestrado pelo Maestro Tiquinho, a releitura de Meu bem querer está sendo lançada em sedutor single disponibilizado nas plataformas digitais a partir de hoje, 16 de março. Black Alien improvisa alguns versos na cadência falada do rap ao fim da gravação produzida por BiD e Fernando Nunes com a colaboração do coprodutor Kuki Stolarski. A abordagem de Meu bem querer é a segunda amostra do projeto Jah-Van – Djavan goes Jamaica, idealizado pelo trio de produtores com a intenção de transportar a obra de Djavan para o universo musical jamaicano, como já sinaliza o engenhoso título. O projeto foi apresentado oficialmente em 26 de janeiro com a edição do single em que o cantor paraibano Chico César dá voz à balada Nem um dia (Djavan, 1996) em ritmo de reggae. O elenco de Jah-Van – Djavan goes Jamaica inclui nomes como Arnaldo Antunes, artista paulistano convidado a recriar Samurai (Djavan, 1982) – outro clássico do repertório autoral do compositor – na levada rítmica da Jamaica.

Dupla sertaneja Gian & Giovani anuncia volta à cena quatro anos após separação

sex, 03/16/2018 - 08:45
Durou somente quatro anos a separação da dupla sertaneja Gian & Giovani. Formada em 1988 na interiorana cidade paulista de Franca (SP) pelos irmãos Aparecido dos Reis Morais (o Gian) e Marcelo dos Reis Morais (o Giovani), a dupla volta à cena a partir de agosto deste ano de 2018. Até agosto, Giovani vai cumprir os compromissos agendados com Rick (cantor egresso da dupla Rick & Renner), com quem criou o projeto Dois corações nesse período de separação. O anúncio do retorno foi feito ontem em comunicado postado em rede social de Giovani. Até então tida como definitiva, a separação de Gian & Giovani tinha sido anunciada em 10 de outubro de 2014. Na ocasião, os irmãos estavam se desentendendo e preferiram optar pelo fim da dupla, interrompendo carreira que então contabilizava 26 anos e 16 álbuns, entre discos de estúdio e registros ao vivo de estúdio. Quando se separaram, os irmãos já viviam fase de declínio artístico. O último álbum, Joia rara, tinha sido lançado em 2012 sem a repercussão dos tempos áureos da dupla.

Liniker lança 'Lava', primeiro single de segundo álbum que terá reggae, dub e jazz

sex, 03/16/2018 - 00:04
Foto promocional do single 'Lava', de Liniker e os Caramelows Divulgação Projetado em 2015 com a edição do EP Cru, o cantor e compositor paulista Liniker de Barros Ferreira Campos vai passar neste ano de 2018 pela prova do segundo disco ao lado da banda Os Caramelows. No caso, o segundo álbum, que será lançado dois anos após o primeiro. Single disponível nas plataformas digitais a partir de hoje, 16 de março, Lava é a primeira amostra do sucessor do álbum Remonta (2016). Música que Liniker e os Caramelows já apresentaram em (alguns) shows feitos no segundo semestre de 2017, Lava integra o repertório autoral e inédito de álbum que será lançado em data ainda certa com doses de dub, reggae e afro-jazz, além do soul que pautou o antecessor Remonta.

Primeiro álbum solo de Moraes Moreira ganha primeira edição (avulsa) em CD

sex, 03/16/2018 - 00:02
Capa do álbum 'Moraes Moreira', de 1975 Divulgação Em 1974, Moraes Moreira deixou o grupo Novos Baianos. Sem o grupo que lhe deu projeção a partir de 1969, o caminho natural foi seguir na música em carreira solo. Tanto que, em 1975, o cantor, compositor e músico baiano já apresentou o primeiro álbum solo, intitulado Moraes Moreira e lançado pela gravadora Som Livre. É esse disco que ganha edição avulsa em CD, prevista para chegar às lojas na primeira quinzena de abril em embalagem fabricada em formato digipack. O álbum Moraes Moreira era inédito em CD no Brasil até 2014, quando foi reeditado na caixa intitulada Moraes Moreira – Anos 70. Só que até então nunca saiu de forma avulsa em CD no Brasil, como já tinha acontecido no Japão antes da edição da caixa. Se analisado em perspectiva na obra do compositor, o repertório do álbum Moraes Moreira não é dos mais inspirados da discografia solo do artista, mas já delineia a construção de universo musical que alcançaria pico de inspiração no álbum de 1979. Sete das 12 músicas do disco de 1975 são assinadas somente por Moreira. Entre elas, há Chuva no brejo, Do som, Sempre cantando, Guitarra baiana – incluída na trilha sonora da novela Gabriela (TV Globo, 1975) em registro diferente da gravação desse disco – e Violão vagabundo. Completam o repertório duas sobras da parceria de Moreira com o novo baiano Luiz Galvão, Anda nega e Chinelo do meu avô, além de regravação em tom mais roqueiro de Se você pensa (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1968). O toque mais inusitado desse repertório é PS, por se tratar de parceria bissexta de Moreira e Galvão com ninguém menos do que Luiz Gonzaga (1912 – 1989), eterno rei do baião.

Biografia e musical de teatro ecoam canto livre de Nara Leão, voz relevante da MPB

qui, 03/15/2018 - 16:05
Nara Leão na capa do álbum 'Romance popular', de 1981 Reprodução Uma das cantoras mais relevantes surgidas na década de 1960, na era da consolidação da música brasileira que veio a ser rotulada como MPB, Nara Leão (1942 – 1989) foi importante tanto pela discografia antenada quanto pelas opiniões manifestadas em entrevistas. Esse legado será inventariado ao longo deste ano de 2018. Um musical de teatro e uma (nova) biografia reavivam o canto livre de Nara, cantora capixaba associada tanto à Bossa Nova quanto à Tropicália. Com texto assinado por Hugo Sukman com o diretor Marcos França, dupla de dramaturgos que escreveu o sensível espetáculo Deixa a dor por minha conta (2017) com base no cancioneiro do cantor e compositor Sidney Miller (1945 – 1980), o musical se chama Nara – A menina disse coisas e tem estreia programada para abril, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). O título foi extraído de verso de poema escrito por Carlos Drummond de Andrade (1902 – 1987) sobre Nara. Já a biografia é obra de Daniel Saraiva, historiador mineiro residente em Florianópolis (SC). Provisoriamente intitulado Nara Leão – Trajetória, engajamento e movimentos musicais, o livro será publicado pela editora Letra & Voz, possivelmente ainda neste primeiro semestre de 2018. O texto já está pronto e em fase de revisão.

Jane Duboc reitera em 'Duetos' as escolhas de cantora distante do gosto popular

qui, 03/15/2018 - 09:52
Em tese, a música Clube da esquina 2 (Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges, 1972) já foi tão bem (re)gravada ao longo de 46 anos de vida que parece difícil dar novo tom à composição. Mas tal teoria é demolida com a audição da abordagem de Clube da esquina 2 que abre Duetos, álbum independente que Jane Duboc lança amanhã, 16 de março de 2018, cerca de 40 anos após ter iniciado discografia nem sempre à altura da voz dessa cantora paraense, nascida em Belém (PA) em 1950. Na gravação de Clube da esquina 2, o Roupa Nova mostra todo o talento e potencial muitas vezes subaproveitados na discografia do grupo vocal carioca. A combinação das vozes do Roupa Nova com o canto límpido de Jane abre caminhos harmônicos para a canção, como exemplificam os vocais caudalosos dos cantores no verso "De um rio, rio, rio, rio, rio". Com arranjo conduzido pelo toque do piano da própria Jane, a inebriante gravação de Clube da esquina 2 valoriza Duetos, álbum produzido por Daniel Figueiredo. Os arranjos do disco são minimalistas, geralmente calcados no piano ou eventualmente no violão tocado pela própria Jane Duboc, como na canção Janela de um trem (Jane Duboc), gravada pela cantora e compositora em dueto terno com Toquinho. Em Duetos, a artista reitera o hábito de recusar os caminhos mais fáceis. Embora siga a fórmula popular dos encontros, o álbum tem repertório situado longe do trilho da obviedade. Duboc joga luz sobre canções pouco ouvidas, caso de Nada sem você (Ivan Lins, Ivano Fossatti e Celso Viáfora, 2000), gravada com o toque da guitarra de Roberto Menescal e com a voz geralmente kitsch de Marina Elali, cantora potiguar que acerta ao dosar a opulência vocal em nome do bom gosto. Capa do álbum 'Duetos', da cantora Jane Duboc Divulgação Ode ao canto, Voz (Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro, 1995) se engrandece no disco pelo ousado arranjo vocal – criado pela própria Jane Duboc, cantora de refinada musicalidade – e pelo encontro afetivo da anfitriã com o filho cantor, Jay Vaquer, cuja presença dá sentido adicional a versos como "Abençoada a voz do ser que canta / É feito voz de mãe, só faz carinho / E mãe cantar para filho é coisa santa". Vaquer é o compositor de Aquela música (2003) – música revivida por Duboc em dueto com um correto Fábio Jr., em outra evidência dos riscos corridos pela cantora ao escolher os convidados do álbum Duetos – e de Cotidiano de um casal feliz (2005), composição gravada por Duboc com a deslocada Erika Ender, coautora do hit mundial Despacito (2017). Reminiscência de álbum obscuro da discografia da cantora, Jane Duboc (Som da Gente, 1982), Eu no sol tem a temperatura elevada demasiadamente pelo canto inflamado de Oswaldo Montenegro, parceiro de Jane na composição. Parceria de Duboc com o produtor Daniel Figueiredo, From sun to sun ameniza o calor na trama dos violões e no canto de Celso Fonseca, convidado da gravação feita em inglês, idioma também da bonita canção The angel, ouvida com a voz de Bianca Gismonti e com o toque do piano de Egberto Gismonti, parceiro de Duboc na composição. Já Fruto de estação (Jane Duboc e Sueli Corrêa, 2000), música revivida com a cantora italiana Mafalda Minnozi, é ambientada no clima jazzy que volta e meia aparece na discografia da artista. Melhor cantora do que compositora, Duboc optou por dar voz a algumas canções autorais no CD Duetos. Uma delas é o blues Rastro de sangue (Jane Duboc e Zeca Calazans, 2016), valorizado pelo canto caloroso de Claudio Damatta. Enfim, o álbum Duetos retrata os gostos e escolhas de Jane Duboc, cantora que, com exceção de três discos lançados entre 1987 e 1991, sempre prezou harmonias sofisticadas em detrimento da empatia popular, pagando no mercado o preço por tais escolhas. (Cotação: * * *)

Disco 'O tom da Takai' sai em maio com pérola rara de Jobim e Newton Mendonça

qui, 03/15/2018 - 06:02
Uma das músicas menos ouvidas da obra de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) com Newton Mendonça (1927 – 1960), parceria precocemente interrompida com a morte de Mendonça aos meros 33 anos, Só saudade ganha a voz de Fernanda Takai (vista em estúdio na foto de Pedro Hansen). Composição lançada em disco em 1956 em gravação da cantora fluminense Cláudia Moreno, mas nunca registrada por Jobim, Só saudade é uma das 12 músicas selecionadas por Takai para o quarto álbum de estúdio da carreira paralela da cantora sem o grupo mineiro Pato Fu. Intitulado O Tom da Takai, o disco está programado para chegar ao mercado fonográfico em maio em edição da gravadora Deck. Outra música confirmada no disco é Bonita (Antonio Carlos Jobim, Gene Lees e Ray Gilbert, 1964), lançada pelo próprio compositor no álbum The wonderful world of Antonio Carlos Jobim (1964). O álbum O Tom da Takai tem produção e arranjos divididos de forma igualitária por Roberto Menescal com Marcos Valle. A cada um foram confiadas seis das 12 faixas do disco. "Nós não pensamos nas músicas mais conhecidas ou óbvias para o repertório. Focamos na voz da Fernanda, como diz o título, no que ficaria muito bom no tom da Takai", ressalta Menescal. "Procuramos alguns lados B do maestro, mas nem por isso com menos qualidade. E músicas que se adequassem ao estilo e à voz suave e personalíssima da Takai. Buscamos também trazer novidades nos arranjos, porém sem tirar a característica do Tom", corrobora Valle.

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