Ouça a Vanmix ao vivo!

Cenário Musical

Subscrever feed Cenário Musical Cenário Musical
Confira as principais notícias sobre música: shows, festivais, premiações e eventos musicais de bandas e cantores do Brasil e do mundo.
Atualizado: 2 horas 15 minutos atrás

Anna Ratto canta Caio Prado, Duda Brack e banda Eddie no quinto álbum, 'Tantas'

qui, 03/22/2018 - 12:31
Quinto título da discografia da cantora Anna Ratto, o álbum Tantas chega ao mercado fonográfico em 6 de abril, em edição da gravadora Biscoito Fino, com produção assinada pelo guitarrista JR Tostoi com o baterista e DJ Marcelo Vig. Mas o primeiro single, com a regravação de Pode me chamar, já estará disponível nas plataformas digitais a partir de amanhã, 23 de março. Pode me chamar é música de autoria do compositor pernambucano Fábio Trummer, voz da Eddie, banda de Olinda (PE) que lançou a composição há 12 anos no álbum I want it loud! (2006). "Essa música tem uma mistura de samba-rock com dub, com reggae no meio, cheia de ousadia. Abre o disco chamando pra pista", define Ratto, que já conhecia Pode me chamar há tempos. "É praticamente um hit da banda Eddie, que eu adoro. A música vai soar inédita pra quem não tem muita relação com essa cena, mas ela pintou muito nas pistas da Lapa, nos shows da banda no Teatro Odisséia e no Circo Voador de algum tempo atrás", situa a cantora. Primeiro disco da artista após o DVD Anna Ratto ao vivo (2015), lançado há três anos, o álbum Tantas reapresenta a cantora essencialmente como intérprete de músicas alheias após um anterior álbum de estúdio com titubeante repertório autoral, Anna Ratto (2012). Em Tantas, a compositora se recolhe, assinando somente uma música, Frevolenta, feita em parceria com Jam da Silva. O repertório do álbum Tantas alinha músicas de Ana Clara Horta, Bruna Caram, Caio Prado, Duda Brack, João Cavalcanti, Matheus Von Krüger, Rodrigo Maranhão e Tó Brandileone, entre outros compositores emergentes. Carlos Posada e o Quinteto da Paraíba participam de duas faixas do disco, cuja capa traz Anna Ratto vestida com figurino desenhado pelo estilista Ronaldo Fraga sobre fotos de Nana Moraes.

Além da voz maturada, Teresa dá corpo à obra atual de Noel em show politizado

qui, 03/22/2018 - 11:38
"Não tive coragem de gravar essa música, mas em show pode tudo, né?", gracejou Teresa Cristina, no palco do Theatro Net Rio, após cantar o samba-canção Três apitos (1933), um dos títulos mais belos do cancioneiro do compositor carioca Noel de Medeiros Rosa (11 de dezembro de 1910 – 4 de maio de 1937). O gracejo teve desnecessário tom de justificativa, pois o fato é que a cantora carioca deu voz lindamente ao samba-canção, com a dose exata de melancolia, na estreia nacional do show Teresa Cristina canta Noel – Batuque é um privilégio, reiterando em cena a maturidade interpretativa evidenciada no recém-lançado álbum em que canta 14 músicas deste pioneiro compositor que fez ruir as fronteiras entre o samba do morro e o do asfalto na década de 1930, depurando os códigos apresentados pela seminal turma de compositores agregada no morro do Estácio, exaltado por Noel no samba O X do problema (1936). Logo após o violonista Carlinhos Sete Cordas ter se posicionado em cena, Teresa Cristina entrou visivelmente tensa no palco do mesmo teatro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) em que estreou, em novembro de 2015, o show dedicado ao cancioneiro de outro bamba carioca, Cartola (1908 – 1980). A tensão foi justificável. Na noite de ontem, 21 de março de 2018, a cantora fez a primeira apresentação do show com músicas de Noel. Teresa Cristina e Carlinhos Sete Cordas Mauro Ferreira A estreia era a razão do nervosismo, como Teresa logo confidenciou ao público. Contudo, nem por isso a artista deixou de iniciar o show de forma primorosa, interpretando o samba-canção Feitio de oração (Noel Rosa e Vadico, 1933) com lágrima na voz. Por ironia, no fim do show, quando já estava mais descontraída, a cantora diluiu a densidade de outro antológico samba-canção de Noel, Último desejo (1937), cuja interpretação exige interiorização que Teresa ainda poderá alcançar ao longo da turnê do show. Último desejo é uma das 11 músicas ausentes do disco Teresa Cristina canta Noel (Altafonte / Uns Produções, 2018), mas presentes no roteiro de show que expôs o largo leque estético da obra do compositor ao apresentar, entre sambas conhecidos como Com que roupa? (1929) e Palpite infeliz (1935), o pouco ouvido fox-canção Julieta. Composto em 1931 por Noel Rosa com Eratóstenes Frazão (1901 – 1977) e lançado em disco em 1933 na voz do cantor Castro Barbosa (1909 – 1975), o fox tem letra que menciona os nomes do casal apaixonado de uma das peças mais famosas do dramaturgo inglês William Shakespeare (1564 – 1616) e que expõe a verve de Noel ao perfilar com mordacidade uma Julieta que, em vez de Romeu, quer um coronel e diamantes. Tal ironia por vezes deu atual sentido político ao cancioneiro de Noel na voz de Teresa, como no samba Onde está a honestidade? (1933), exemplo da atualidade da obra do compositor. Esse caráter político também ampliou o significado igualmente político de Teresa Cristina ter dedicado o show à vereadora carioca Marielle Franco (1979 – 2018), assassinada na semana passada em execução que a tornou símbolo mundial da luta contra toda forma de opressão das minorias. "Marielle está presente na obra de Noel. Ela está presente no Brasil", afirmou Teresa logo após a primeira música do roteiro, sob aplausos calorosos da plateia que encheu o Theatro Net Rio. Teresa Cristina Mauro Ferreira No show, além da voz, Teresa deu corpo ao cancioneiro de Noel. Com maturidade interpretativa alcançada ao longo de 20 anos nos palcos, a cantora sublinhou com gestos, poses, caras e bocas todos os sentidos das letras de Noel, como em Filosofia (Noel Rosa e André Filho, 1933), número em que lançou mão de risos e trejeitos que amplificaram o desprezo do compositor pelas elites econômicas. Em Seja breve (1935), esse gestual politizado foi aliado a inflexões vocais que valorizaram o samba, cujo ritmo já ágil foi intensificado por Teresa à medida em que o número se aproximava do fim. Em Não tem tradução (1933), o canto suavizado somente no verso "Com a voz macia é brasileiro, já passou de português" e o sotaque carregado na expressão "I love you" mostraram uma intérprete atenta a tudo o que estava cantando. Escorada no toque antenado do violão de Carlinhos Sete Cordas, único músico em cena (tal como no show com o repertório de Cartola), Teresa bisou ao vivo, na embolada Minha viola (1929), a fluência do dueto feito com o partideiro Mosquito no disco gravado em estúdio. A breve presença de Mosquito em cena energizou o show. Em algumas músicas, como o samba Gago apaixonado (1930) e (sobretudo) o samba-choro Conversa de botequim (Noel Rosa e Vadico, 1935), a cantora superou a gravação de estúdio. Teresa engatou Conversa de botequim com graça, sentada em cadeira, à mesa que simbolizava um bar, cenário que aludia à vida boemia de compositor cuja o lar às vezes era o botequim, como o próprio poeta confessou no triste inventário feito no derradeiro samba-canção Último desejo. Foi ambientada nesse simbólico botequim que Teresa cantou o samba-canção Pela décima vez (1935) antes de se levantar para expressar, inicialmente a capella, o luto de Silêncio de um minuto (1935). Em que pese toda a verve graciosa que expôs no palco ao cantar Noel, Teresa Cristina se mostrou cantora (ainda mais) talhada para a exprimir a tristeza que é senhora em Deixa de ser convencida (Noel Rosa e Wilson Baptista, 1935) – pérola mais rara do repertório do disco/show por ter até então somente cinco registros fonográficos de pouca visibilidade – e em Quando o samba acabou (1933). Mosquito e Teresa Cristina Mauro Ferreira Se a cantora brilhou na ironia e na tristeza, o violonista Carlinhos Sete Cordas contribuiu decisivamente para esse brilho ao armar a cama harmônica para que a cantora deitasse e rolasse na interpretação atenta da obra de Noel. Herdeiro da escola de Baden Powell (1937 – 2000), Carlinhos sintetizou a negritude do samba nas cordas do violão com rigor por vezes erudito. É um músico que se basta em cena. A ausência do batuque do título do show somente foi sentida quando, no bis aberto com a marcha Cidade mulher (1936), Teresa encadeou três sucessos carnavalescos da obra de Noel. A cantora tentou pôr o bloco na rua com o medley que costurou o samba O orvalho vem caindo (Noel Rosa e Kid Pepe, 1933) com as marchas Pierrot apaixonado (Noel Rosa e Heitor dos Prazeres, 1935) e A. E. I. O. U. (Noel Rosa e Lamartine Babo, 1931). Antes, em outro link, a cantora agregou o samba-canção Pra que mentir? (1937) com Dom de iludir (1976), música em que o compositor Caetano Veloso, apresentado como diretor musical do show e do disco, dialoga com a letra do tema criado 39 anos antes por Noel com o paulista Oswaldo de Almeida Gogliano (1910 – 1962), o Vadico, parceiro do Poeta da Vila em algumas obras-primas. Com a contribuição de Caetano, como fez questão de explicitar em cena, Teresa soube entender e explicar em cena (pelo canto e pelo gesto, sem didatismo) a obra de Noel. E a verdade é que foi um privilégio assistir ao show em que Teresa Cristina dá voz e corpo ao cancioneiro atual de Noel Rosa. (Cotação: * * * *) Teresa Cristina e Carlinhos Sete Cordas Mauro Ferreira Eis o roteiro seguido em 21 de março de 2018 por Teresa Cristina na estreia nacional do show Teresa Cristina canta Noel – Batuque é um privilégio no Theatro Net Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ): 1. Feitio de oração (Noel Rosa e Vadico, 1933) 2. O X do problema (Noel Rosa, 1936) 3. Não tem tradução (Noel Rosa, 1933) 4. Filosofia (Noel Rosa e André Filho, 1933) 5. Positivismo (Noel Rosa e Orestes Barbosa, 1933) 6. Seja breve (Noel Rosa, 1933) 7. Onde está a honestidade? (Noel Rosa, 1933) 8. Gago apaixonado (Noel Rosa, 1930) 9. Minha viola (Noel Rosa, 1929) 10. Julieta (Noel Rosa e Eratóstenes Frazão, 1933) 11. Deixa de ser convencida (Noel Rosa e Wilson Baptista, 1935) 12. Pra que mentir? (Noel Rosa e Vadico, 1937) / 13. Dom de iludir (Caetano Veloso, 1976) 14. Três apitos (Noel Rosa, 1933) 15. Conversa de botequim (Noel Rosa e Vadico, 1935) 16. Pela décima vez (Noel Rosa, 1935) 17. Silêncio de um minuto (Noel Rosa, 1935) 18. Quando o samba acabou (Noel Rosa, 1933) 19. Último desejo (Noel Rosa, 1937) 20. Com que roupa? (Noel Rosa, 1929) Bis: 21. Cidade mulher (Noel Rosa, 1936) 22. O orvalho vem caindo (Noel Rosa e Kid Pepe, 1933) / 23. Pierrot apaixonado (Noel Rosa e Heitor dos Prazeres, 1935) / 24. A.E.I.O.U (Noel Rosa e Lamartine Babo, 1931) 25. Palpite infeliz (Noel Rosa, 1935)

Rincon Sapiência fala do Lollapalooza 2018 e canta músicas em programa ao vivo do G1

qui, 03/22/2018 - 10:19
Rapper se apresenta na sexta-feira (23) às 14h30 no Palco Budweiser. Rincon Sapiência fala do Lollapalooza 2018 e canta músicas em programa ao vivo do G1 Rapper se apresenta na sexta-feira (23) às 14h30 no Palco Budweiser.

Geraldo Vandré fala sobre obra e política antes de voltar aos palcos após 50 anos

qua, 03/21/2018 - 17:52
Cantor se apresenta com orquestra sinfônica em João Pessoa. 'Canto aqui porque é a Paraíba', diz. Geraldo Vandré (ao centro) falou sobre sua vida e carreira em coletiva na sala de concertos do Espaço Cultural, em João Pessoa André Resende/G1 “Desde de 1968 que praticamente não canto no Brasil, canto aqui porque é a Paraíba”. Geraldo Vandré foi enfático, em rara entrevista nesta quarta-feira (21), ao afirmar que só volta aos palcos após 50 anos para prestar uma reverência ao seu estado natal e honrar um compromisso firmado com a Paraíba. O cantor de 82 anos se apresenta na sala de concertos do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa na quinta-feira (22) e sexta-feira (23), com a Orquestra Sinfônica da Paraíba e a pianista Beatriz Malnic. Em pouco menos de 30 minutos, jovens, adultos e idosos esgotaram as cargas de ingressos distribuidos gratuitamente para os dois dias de shows, custeados pela Secretaria de Cultura da Paraíba (Secult) na manhã desta quarta-feira. A capacidade da sala é de 570 pessoas, de acordo com a Secult. O secretário de cultura da Paraíba, Lau Siqueira, explicou que o cantor abriu mão do cachê e que o estado arcou com os custos da realização. Ainda lúcido, a voz vacilante em alguns momentos, Geraldo Vandré falou por cerca de uma hora a jornalistas de veículos de comunicação da Paraíba e de outros estados do Nordeste sobre o porquê de voltar aos palcos. Com um boné que faz menção às Forças Armadas e recitando em determinado momento um poema anotado em um cartão da FAB, meia década depois, o paraibano precisou responder mais sobre política do que sobre a própria obra, tendo em vista a pouca produção artística posterior a 1968, quando decidiu parar a carreira, após o Ato Institucional nº 5, durante o regime militar. “Fiz canções no Brasil de 1961 até 1968. Eu tenho um produção musical que é anterior a 1968, até esse acontecimento fatídico, revolucionário”, comentou. Em um outro momento, ao ser questionado sobre ter um posicionamento de esquerda ou de direita, o cantor usou uma metáfora como resposta. “Na mão esquerda trago uma certeza, na mão direita uma garantia. Atenção, às vezes eu troco de mãos”, contemporizou Geraldo Vandré. Uma grande fila foi formada para retirada dos ingressos para show de Geraldo Vandré no Espaço Cultural, em João Pessoa André Resende/G1 A proposta do retorno aos palcos 50 anos depois, na Paraíba, surgiu em uma conversa do Governo do Estado com Geraldo Vandré durante o festival de cinema Aruanda, no final de 2015, quando o cantor não retornava ao estado onde nasceu fazia 20 anos. “Geraldo está doando esse show à Paraíba, é mais um ato de subversão. Custeamos a estrutura, a viagem. É um presente à Paraíba e ao Brasil, e um tapa no mercado fonográfico”, destacou o secretário de cultura Lau Siqueira, ressaltando também que muitos artistas vêm ao estado e cobram valores vultosos para apresentações gratuitas à população, bancadas pelo poder público. Show de Geraldo Vandré em João Pessoa A apresentação vai acontecer em dois momentos, no primeiro, um recital de poemas do próprio Vandré em um composição com a pianista Beatriz Malnic. A segunda parte do retorno de Vandré acontece com a ajuda da Orquestra Sinfônica da Paraíba e o Coro Sinfônico da Paraíba. De acordo com o maestro Luiz Carlos Durier, o repertório é composto por quatro músicas de autoria de Vandré, mas com arranjos próprios da música clássica. Apenas uma delas é mais conhecida do grande público, o clássico "Pra Dizer Que Não Falei das Flores", ou como é chamada popularmente “Caminhando e Cantando”. As demais do repertório, Fabiana, música feita em homenagem à Força Aérea Brasileira (FAB); Mensagem, homenagem à bandeira da Paraíba; e Pátria Amada Salve Salve, de teor nacionalista, completam a parte orquestrada da apresentação. O maestro Luiz Carlos Durier confidenciou que o repertório foi determinado pelo próprio Vandré e que "Disparada", outro clássico, sem tanta força política, por opção do cantor paraibano não foi contemplada nesse show carregado de simbologia. “Particularmente, fiquei triste, pois Disparada é uma canção harmonicamente muito forte, além de ter uma letra marcante, que toca na alma, mas foi uma condição dele”, explicou Durier. Orquestra Sinfônica da Paraíba se apresenta com o cantor e compositor Geraldo Vandré Trechos da entrevista com Geraldo Vandré "Em 1968 eu parei de cantar. Fiz canções no Brasil de 1961 até 1968. Eu tenho um produção musical que é anterior a 1968, até esse acontecimento fatídico, revolucionário", sobre sua produção artística até o AI-5, que o obrigou a exilar-se no Chile. "Tive a possibilidade de preparar um coral de 300 infantes, ensaiei três meses com eles e apresentamos essa canção Fabiana. Lembro no domingo seguinte de um jornal, não vou nem citar o jornal, com a manchete ‘Geraldo Vandré trocou de camisa, cantando com seus algozes’, veja que coisa interessante", sobre a música em homenagem à FAB. "Eu soube que tinha sido morto em um quartel do exército no Rio de Janeiro. Foi alvo de muita especulação. Mas é preciso que se diga que as Forças Armadas Brasileiras, propriamente ditas, naquele instante, sabiam mais de mim do que eu mesmo, infelizmente", sobre comentários que as pessoas faziam à época da perseguição dos militares. "A última vez em que eu votei, votei em Marechal Lott. Naquela época você podia votar para presidente em um candidato e para vice-presidente no outro. E eu votei Lott e Jango, e deu “Janjan”, Jânio e Jango", sobre sua participação política antes da ditadura.

Antes de dueto com Safadão, Anitta lança single 'Indecente' às vésperas dos 25 anos

qua, 03/21/2018 - 17:43
Anitta vai lançar dois singles em menos de um mês. Antes de apresentar gravação feita em dueto com o cantor cearense Wesley Safadão (Romance com safadeza, previsto para a primeira quinzena de abril), a cantora e compositora carioca lança na próxima segunda-feira, 26 de março, o single solo Indecente. Trata-se do primeiro single gravado pela artista sem artistas convidados desde Paradinha (Anitta, Jefferson Junior e Umberto Tavares), lançado em 31 de maio de 2007. Indecente chega ao mercado fonográfico na semana em que Anitta – nascida em 30 de março de 1993 – completa 25 anos de vida. Os lançamentos próximos de Romance com safadeza e Indecente sinalizam que Anitta vai voltar a priorizar o mercado brasileiro, após série de conexões com astros internacionais.

Álbum feito por Raul em 1984, 'Metrô Linha 743' volta com bônus em LP de capa dupla

qua, 03/21/2018 - 15:16
Em 1983, Raul Seixas (Salvador / BA, 28 de junho de 1945 – São Paulo / SP, 21 de agosto de 1989) foi contratado pela gravadora Som Livre no rastro do sucesso da música O carimbador maluco, composta e gravada pelo artista baiano para o especial infantil Plunc plact zoom (TV Globo, 1983), exibido naquele ano. Em janeiro de 1984, o cantor entrou em estúdio para gravar um álbum que seria finalizado em abril e lançado em julho daquele ano. Intitulado Metrô Linha 743, esse álbum ganha edição expandida em abril, no formato original de LP, pelo Selo 180. Com capa dupla e farto material gráfico que inclui fotos inéditas do artista, o LP que sai em abril, com tiragem limitada, inclui faixa-bônus. Trata-se da já conhecida Anarkilópolis (Raul Seixas, Claudio Roberto e Sylvio Passos, 1984 / 2003), versão embrionária de Cowboy fora-da-lei (Raul Seixas e Claudio Roberto, 1987), música que somente seria lançada por Raul três anos mais tarde, com sucesso, no penúltimo álbum solo do artista, Uah-bap-lu-bap-lah-béin-bum! (1987). Anarkilópolis foi apresentada oficialmente ao público em 2003, em coletânea póstuma do cantor editada em CD. Em 2004, a música foi incorporada a Metrô Linha 743 em edição comemorativa (também editada em CD) de 20 anos desse álbum que foi bem recebido pela crítica, que na época destacou no (bom) repertório autoral a dylaniana música-título Metrô Linha 743, regravada ao vivo nos anos 1990 pela cantora Cássia Eller (1962 – 2001) em disco editado em 1996. Para colecionadores de discos, o charme dessa reedição em LP do álbum Metrô Linha 743 é poder ter o disco em vinil com a adição da música que foi gravada para o único álbum de Raul editado pela gravadora Som Livre, embora a faixa não tenha sido incluída na edição original de 1984 por decisão de ordem artística e logística.

Vanguart reapresenta 'Todas as cores', música de 2017, em single de tons acústicos

qua, 03/21/2018 - 12:18
Capa do single 'Todas as cores', do Vanguart Divulgação Atração do primeiro dos três dias de programação do festival Lollapalooza 2018, o grupo mato-grossense Vanguart aproveita a exposição pela participação no evento em 23 de março para propagar o lançamento do single duplo Todas as cores, disponível nas plataformas digitais desde a última sexta-feira, 16 de março. Música de autoria do baixista e vocalista Reginaldo Lincoln, lançada pela banda no álbum Beijo estranho (2017), Todas as cores é reapresentada no single na gravação original e em inédita versão acústica produzida por Rafael Ramos com ênfase no toque de violões. Vanguart Reprodução do clipe de 'Todas as cores' Duas semanas antes do single, a banda lançou o clipe roteirizado e dirigido por Leo Longo e Diana Boccara – integrantes do coletivo de produção cultural Couple of Things – com base na gravação original de Todas as cores. “É um clipe totalmente diferente para a banda, feito em chroma key, em estúdio, com muitos efeitos de pós-produção. Brincamos principalmente com o uso da dupla exposição, porque. além de ser uma linguagem sofisticada, ajuda a fazer o clipe transbordar para fora do espaço virtual”, conceitua Leo Longo. “Todas as cores foi pensada para dizer coisas que remetam à coragem de fazer aquilo que a gente sonha. É uma canção que tenta entoar uma força interior, e esse clipe busca trazer um pouco desse universo, para o que a gente almeja possa acontecer”, teoriza o compositor-vocalista Reginaldo Lincoln.

O Terno fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1

qua, 03/21/2018 - 10:58
Trio paulistano toca no festival no sábado (24), no Palco Axe, às 16h10. O Terno fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1 Trio paulistano toca no festival no sábado (24), no Palco Axe, às 16h10.

Izar lança primeiro disco solo 'O Amor, a Escuridão e a Esperança'

qua, 03/21/2018 - 10:33
As faixas estão no Spotify, Deezer, Itunes e Youtube. Os shows de lançamento estão previstos para o início de maio, ainda sem local definido.  O músico Izar lança o primeiro disco solo, “O Amor, A Escuridão E A Esperança”, nesta quinta-feira (22). O trabalho está disponível no Spotify, Deezer, Itunes e Youtube. O álbum tem dez faixas com composições de Izar. Com sonoridade pop, rock e MPB, Izar traz influências de músicos como Milton Nascimento, Skank e Beto Guedes, além de Beatles e Beach Boys. Foram dois anos até a conclusão do disco. Thiago Arruda, guitarrista da banda do Ed Motta, produziu e gravou bateria, baixo e guitarra, no álbum. Lucas Arruda fez os teclados e Edu Szajnbrum, a percussão. Alexandre Barcelos e Raphael Herdy mixaram. Os shows de lançamento estão previstos para o início de maio, mas ainda sem local definido. Músico Izar, compositor e guitarrista Mariana Borges Em entrevista ao G1, Izar conta como começou o seu primeiro contato com a música. “Desde muito novo eu via a roda de samba do meu pai, todos tocando, com uma amizade muito forte e se divertindo com a música, a partir daquele contato fiquei apaixonado em como a música toca as pessoas e proporciona ótimos momentos ”, relembra Izar. O mineiro, que é compositor e guitarrista, tem uma história de oito anos com a banda Abrantes, formada a partir das amizades de adolescência em Belo Horizonte, e foi quando passou a tocar suas própria composições, mas há dois anos mudou os planos para a carreira solo. A partir da experiência com shows mais profissionais e com a trajetória da banda, ele diz que passou a amadurecer as composições e revelou um pouco sobre as letras. “As composições falam muito dos sentimentos humanos, o simples encontro, o amor consolidado, e também sobre as mazelas sociais“, conta o músico. Assista ao clipe da música "Hoje"

Com 'Ginga', Iza se une a Rincon Sapiência em single do álbum 'Dona de mim'

qua, 03/21/2018 - 06:00
Iza e Rincon Sapiência no clipe de 'Ginga' Divulgação Revelação de 2017 por conta da gravação da música Pesadão (Iza, Pablo Bispo e Marcelo Falcão), lançada em 5 de outubro com retumbante sucesso, Iza se prepara para lançar o primeiro álbum, Dona de mim, em meados deste ano de 2018. Uma pista do disco será dada no fim desta semana. Na próxima sexta-feira, 23 de março, a cantora e compositora carioca lança música inédita, Ginga, em single e clipe gravados com o rapper paulistano Rincon Sapiência. Música dançante que tem o toque do R&B contemporâneo, ritmo dominante no repertório autoral de Iza, Ginga chega às plataformas digitais com a missão de se transformar em outro sucesso, justificando a aposta da gravadora Warner Music na cantora. Uma prévia da gravação de Ginga já circula na web, sinalizando outro hit de peso na ainda curta, mas já promissora, carreira de Iza.

Tributo às mães leva Bethânia a cantar pela primeira vez em um disco de Gal

ter, 03/20/2018 - 18:08
De 1965 a 1990, Gal Costa e Maria Bethânia gravaram juntas algumas músicas em estúdio, mas, com exceção dos duetos em projetos coletivos, os convites sempre partiram de Bethânia para Gal, nunca de Gal para Bethânia. Por isso mesmo, resulta instantaneamente histórico o dueto das cantoras baianas no próximo álbum de Gal. A convite inédito da conterrânea, Bethânia participa do disco de Gal produzido por Pupillo sob a direção artística de Marcus Preto que será lançado neste ano de 2018 pela gravadora Biscoito Fino. O primeiro reencontro das cantoras em estúdio em 28 anos acontece na música inédita Minha mãe, composta pelo compositor mineiro César Lacerda a partir de versos de poema escrito pelo compositor carioca Jorge Mautner. Os versos foram escritos por Mautner com inspiração nas mães das duas cantoras, Claudionor Viana Teles Veloso (1907 – 2012) – a Dona Canô que deu à luz a Bethânia há quase 72 anos – e Mariah Costa Penna (1905 – 1993), mãe de Gal, autora do livro de memórias A casa do morro, publicado em 1978. Levados a César Lacerda por Marcus Preto, os versos de Mautner traçam paralelo entre a figura materna e Nossa Senhora Aparecida, de quem Gal e Bethânia são devotas, tendo herdado a religiosidade das respectivas mães. A gravação de Minha mãe tem os toques do violão de Pedro Baby, do piano de Carlos Trilha e da sanfona de Mestrinho. O último registro fonográfico de Gal com Bethânia em estúdio foi na música Iansã (Caetano Veloso e Giberto Gil, 1972), regravada por Bethânia para o álbum 25 anos (1990) em fonograma feito também com as adesões das cantoras Alcione, Flávia Virgínia e Nair Cândia. O último dueto mesmo das duas cantoras foi feito há 30 anos em sublime gravação de O ciúme (Caetano Veloso, 1987) lançada por Bethânia no álbum Maria (1988), estendendo parceria fonográfica que começara em 1965 com o dueto de Bethânia e Gal em Sol negro (Caetano Veloso, 1965) para o primeiro álbum de Bethânia. Em nome das mães e de Nossa Senhora Aparecida, Bethânia (em foto de Gringo Cardia) e Gal (em foto de André Schiliró) voltam a cantar juntas – pela primeira vez em um disco de Gal!! – em meio a rumores (nunca confirmados) de ciúmes e rivalidades que teriam afastado as cantoras nos últimos 20 anos.

Dupla Simone & Simaria é isca para atrair atenção no Brasil para álbum de Pausini

ter, 03/20/2018 - 14:52
A participação da dupla Simone & Simaria no álbum Fatti sentire (2018), lançado por Laura Pausini no Brasil em 15 de março, não chega a surpreender. Cantora e compositora italiana projetada há 25 anos, Pausini tem o hábito de gravar discos em outras línguas, sobretudo em espanhol, para que a discografia da artista possa extrapolar as fronteiras mercadológicas da Itália. Sempre atenta ao potencial do mercado brasileiro, Pausini já cantou com nomes como Gilberto Gil e Sandy, para citar dois exemplos. A participação de Simone & Simaria na música Novo – um pop latino composto com letra em português – faz parte dessa estratégia. Em bom português, a dupla Simone & Simaria é a isca usada por Pausini para atrair atenções para disco que correria o risco de passar despercebido diante do público brasileiro, em que pese a intensa campanha promocional feita pela gravadora Warner Music para promover o álbum Fatti sentire. A participação da dupla, aliás, foi articulada por executivos da gravadora de Pausini. Novo é música que destoa do cancioneiro habitual da artista italiana. Tem mais a cara musical de Simone & Simaria do que a de Pausini. Por isso mesmo, a participação da dupla na gravação pode surtir o efeito desejado, tornando a cantora italiana conhecida entre o público de Simone & Simaria.

Eis o manuscrito da letra da música inédita apresentada por Ivan no show com Simone

ter, 03/20/2018 - 10:10
Inesgotável nos compositores inspirados pela arte e movidos por dom verdadeiro, o poder da criação musical se manifestou para Ivan Lins durante ensaio do recém-estreado show que promove o encontro do artista carioca com Simone, cantora que já deu voz a muitas criações do compositor ao longo de 45 anos de carreira. Num dos ensaios do espetáculo que será apresentado em Belo Horizonte (MG) no próximo sábado, 24 de março, Ivan compôs uma música, ainda sem título, que o artista decidiu incluir na última hora no roteiro do show Simone encontra Ivan Lins. Apresentada na estreia nacional do show em 17 de março, na cidade de São Paulo (SP), em número calcado na voz e no piano de Ivan, a canção foi alocada no roteiro antes de Começar de novo (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) porque o último verso da letra da nova canção faz o link com a música lançada por Simone no álbum Pedaços (1979). Eis, a propósito, o manuscrito da letra, enviado pelo próprio Ivan Lins para o colunista: Manuscrito de letra de música inédita de Ivan Lins Acervo pessoal de Ivan Lins

Plutão Já Foi Planeta fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1

ter, 03/20/2018 - 09:52
Programa começa às 18h30 desta terça-feira (20). Banda de pop rock toca no 1º dia do festival, sexta-feira (23), às 12h50. Plutão Já Foi Planeta fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1 Programa começa às 18h30 desta terça-feira (20). Banda de pop rock toca no 1º dia do festival, sexta-feira (23), às 12h50.

Marina se atualiza no tempo de 'Novas famílias' sem sombra do passado áureo

ter, 03/20/2018 - 06:00
Para começar a discorrer sobre o 21º álbum de Marina Lima, Novas famílias (Pomm_elo), é preciso esclarecer que nada soa tão provocativo e fora da ordem pré-estabelecida pela própria artista quanto o funk Só os coxinhas (Marina Lima e Antonio Cicero). Previamente lançado em single em 23 de fevereiro, antecedendo o álbum que chegou ao mercado fonográfico em 16 de março, Só os coxinhas resultou histórico somente pelo fato de emular o batidão e o linguajar popular do marginalizado funk carioca com a assinatura do imortal Antonio Cicero, com quem Marina reabre parceria interrompida no fim dos anos 2000. Só os coxinhas polarizou opiniões nas redes sociais e repôs Marina em foco – evidência que não aconteceu com o anterior (e subestimado) álbum de músicas inéditas da artista, Clímax (2011), lançado já há sete anos com safra autoral mais inspirada do que a de Novas famílias, disco que apresenta somente sete músicas inéditas entre as nove faixas. Capa do álbum 'Novas famílias', de Marina Lima Divulgação / Pomm_elo Produzido por Marina com Dustan Gallas (polivalente músico da banda cearense Cidadão Instigado), com a colaboração de Arthur Kunz (metade do duo paraense Strobo), o álbum Novas famílias tem o mérito de conectar Marina com uma cena contemporânea, atual, sem repetir fórmulas. Tal conexão soa natural na obra de artista que já veio antenada e moderna ao mundo do disco, em 1979, empunhando uma guitarra na contracapa de álbum em que, entre canções autorais, dava voz a compositoras cariocas como a pioneira Dolores Duran (1930 – 1959) e a então emergente Angela RoRo. A questão é que a produção de Novas famílias tem mais vigor do que o (bom, mas não excelente) repertório reunido no disco pela artista de ascendência piauiense e vivência cosmopolita, típica de quem se criou entre Estados Unidos e a cidade do Rio de Janeiro (RJ) até migrar em 2010 para a cidade de São Paulo (SP), onde mora até os dias de hoje. A vivência paulistana da artista pautou Novas famílias como inspirou o antecessor Clímax. Só que a vibe é outra. Clímax abriu o leque de ritmos e de parceiros com certa diluição dos códigos da obra autoral da artista. Nesse sentido, Novas famílias soa mais radical porque procura inserir a velha Marina (ainda jovial, aos 62 anos) em nova ordem musical. Marina Lima Divulgação / Rogério Cavalcanti Para quem admira a assinatura personalíssima da compositora, a música-título Novas famílias (Marina Lima) sobressai no repertório em gravação adornada com o vocal e com toque do piano de Marcelo Jeneci, artista que pavimentou a ponte de Marina com o talentoso Dustan Gallas. Música também composta por Marina sem parceiros, no caso para a trilha sonora do ainda inédito filme Baleia, no qual a cantora também participa como atriz, Árvores alheias se irmana com Novas famílias no topo do ranking da safra autoral apresentada por Marina em 2018. Com letra que propõe o enterro das sombras do passado, Árvores alheias está imersa em ambiência eletrônica – em linguagem com a qual a artista já tem intimidade – e mira o tempo presente, mote do álbum. Composição apresentada como samba-funk, porém de cadência mais funkeada e inspirada pelo Miami Bass, Juntas é parceria de Marina com o irmão Antonio Cicero que retrata as cores de São Paulo, em especial o entardecer paulistano, em comparação com a paisagem solar do Rio de Janeiro. Feito sem rivalidade, esse confronto pacífico busca irmanar cidades que "juntas só reforçam o Brasil", como canta Marina com a voz (muito bem colocada) que lhe resta. E por falar em Brasil, o país é retratado de forma impiedosa ("Pelo fim da fachada / Dessa terra adorada") em Mãe gentil, parceria de Marina com Arthur Kunz e com Letícia Novaes, coautora da letra corrosiva (escrita com Marina com base em tema instrumental enviado por Kunz) e convidada da faixa eletrônica gravada com as programações de Kunz e Gallas. Mirando musa "arrogante e irritante", mas outrora "calorosa e manhosa", Marina também manda recado na cadência sintética do samba que dita o ritmo gracioso de Climática (Gian Correa e Klébi Nori, 2015), música lançada há três anos pela cantora paulistana Klébi Nori, coautora do samba que soa deslocado no tom de Novas famílias. Climática mesmo é a balada Do Mercosul. Parceria de Silva com Dustan Gallas, finalizada com o toque pessoal de Marina no Uruguai durante o período de filmagem do longa-metragem Baleia, a canção Do Mercosul extrapola a fronteira brasileira com a intenção de promover a unidade sul-latino-americana com dose poética de amor e sexo e com solo de saxofone em que Leo Gandelman remete intencionalmente à gravação de Preciso dizer que te amo (Dé Palmeira, Cazuza e Bebel Gilberto, 1986) feita por Marina para o álbum Virgem (1987), um dos melhores títulos da discografia da artista. Marina Lima Divulgação / Rogério Cavalcanti Contudo, é no Brasil que Marina alarga o eixo estético do cancioneiro autoral ao gravar É sexy, é gostoso (Marina Lima, Arthur Kunz e Dustan Gallas) com base sintética que evoca o tecnobrega do Pará. Sedutora, a música versa com liberdade sobre a conjunção feliz de amor e sexo, "essa chuva de tesão no peito". É como se É sexy, é gostoso atualizasse, musical e poeticamente, o discurso quente de Uma noite e 1/2 (Renato Rocket, 1987), hit fugaz de Marina em verão da década de 1980. Aliás e a propósito, foi nesses anos 1980, década de consolidação da música de Marina Lima, que a artista lançou Pra começar (Marina Lima e Antonio Cicero, 1986), música propagada na abertura da novela Roda de fogo (TV Globo, 1986) em raríssima gravação de estúdio que não entrou no álbum Todas ao vivo (1986) e tampouco no disco com a trilha sonora nacional da novela (ambos apresentaram a gravação ao vivo). Pra começar reaparece no álbum Novas famílias em gravação de estúdio que evoca a pegada roqueira do registro ao vivo de 1986 em tons contemporâneos. A regravação está sintomaticamente alocada como faixa-bônus porque, em Novas famílias, Marina olha para frente, sem se escorar no passado áureo e em "histórias velhas que o tempo levou". (Cotação: * * * 1/2)

Bandidos tentam roubar caminhão que transportava figurinos de Katy Perry na Avenida Brasil

seg, 03/19/2018 - 23:20
Segundo a Polícia Civil, os criminosos desistiram do crime quando viram o que era a carga. A cantora se apresentou na noite deste domingo (18), na Praça da Apoteose, no Centro do Rio. Katy Perry canta em São Paulo Celso Tavares/G1 Bandidos armados tentaram roubar o caminhão que transportava os figurinos da cantora Katy Perry, na Avenida Brasil, altura do Complexo da Maré, pista sentido Galeão, por volta das 4h desta segunda-feira. As informações são da Polícia Civil. Ainda segundo a polícia, os criminosos desistiram do crime após checarem o que era a carga, mas chegaram a agredir o motorista do caminhão, que deve comparecer nesta terça-feira na 21ª DP (Bonsucesso) para registrar o fato. A cantora se apresentou na noite deste domingo (18), na Praça da Apoteose, no Centro do Rio. No show, ela homenageou Marielle Franco, assassinada na quarta-feira (14).

Tiê fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1

seg, 03/19/2018 - 18:24
Cantora paulistana se apresenta no último dia de festival, no domingo (25), às 14h10, no Palco Axe. Tiê fala do Lollapalooza 2018 e toca músicas em programa ao vivo do G1 Cantora paulistana se apresenta no último dia de festival, no domingo (25), às 14h10, no Palco Axe.

'Romance com safadeza' marca nova conexão de Anitta com Wesley safadão

seg, 03/19/2018 - 15:44
Após série de singles viabilizados através de conexões com astros estrangeiros, Anitta volta a fazer parceria com artista do Brasil. No caso, com Wesley Safadão, cantor cearense com quem a estrela carioca já gravou participação em single de Nego do Borel, Você partiu meu coração, lançado em janeiro de 2017. A segunda parceria com Safadão acontece na música inédita Romance com safadeza. Anitta e Safadão estão hoje, 19 de março, em Fortaleza (CE), gravando o clipe da música, cujo single será lançado na primeira quinzena de abril pela gravadora Som Livre. No vídeo de Romance com safadeza, filmado sob direção do cineasta Mess Santos, Anitta aparece com novo penteado e cabelo alourado, como visto na foto de Ederson Lima.

Moacyr Luz abre e grava parceria com Zélia Duncan no disco com que festeja 60 anos

seg, 03/19/2018 - 11:49
Moacyr Luz e Zélia Duncan em estúdio Reprodução / Facebook Zélia Duncan Em 2015, ao pisar com firmeza no terreirão do samba com grande disco recebido sem o devido entusiasmo, Zélia Duncan regravou um dos mais belos sambas do cancioneiro do compositor carioca Moacyr Luz. Composto por Moacyr com Sereno e lançado em 2010 na voz de Zeca Pagodinho, Vida da minha vida foi registrado por Zélia em tempo de delicadeza, num tom interiorizado, meio seresteiro, que deu novo matiz ao samba escolhido pela artista fluminense para encerrar o álbum Antes do mundo acabar. O mundo não se acabou e, três anos depois, Zélia se torna parceira de Moacyr. Intitulada Gosto, a parceria foi gravada pelos artistas para o gregário disco de músicas inéditas que Moacyr lançará em meados de 2018 pela gravadora Biscoito Fino, festejando os 60 anos de vida que o artista, nascido em 1958, completará em 5 de abril.

Tiê participa de programa ao vivo do Lollapalooza 2018 no G1 nesta segunda, às 18h30

seg, 03/19/2018 - 11:31
Ela vai cantar e falar do show que fará no festival em São Paulo. Tiê participa de programa ao vivo do Lollapalooza 2018 no G1 nesta segunda, às 18h30 Ela vai cantar e falar do show que fará no festival em São Paulo. Festival será nos dias 23, 24 e 25 de março, no Autódromo de Interlagos, SP. Vai ter Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers e The Killers. Imagine Dragons, Lana Del Rey e LCD Soundsystem também virão. Liam Gallagher e David Byrne também estão confirmados

Páginas